01 abril, 2014

Homem preso por pregar contra homossexualidade ganha processo

Chamar homossexualidade de pecado fere as leis de direitos humanos?
A polêmica nas últimas semanas no Reino Unido envolve a nova lei que reconhece os casamentos homossexuais na Inglaterra. Contudo, nesta segunda feira o tema passou a ser notícia de outra maneira, por causa da decisão de um tribunal de condenar a polícia por um caso ocorrido em setembro de 2011. De um lado, grupos cristãos alegam que sua liberdade religiosa está em risco, por outro grupos de defesa LGBT acreditam que a decisão abre um perigoso precedente.
Na ocasião, um pregador de rua cristão saia às ruas da cidade de Manchester para falar sobre a Bíblia e decidiu “alertar” os gays que, segundo a Bíblia, a homossexualidade ainda é pecado.
‘Deus odeia o pecado, mas ama o pecador “e homossexualidade é uma” abominação” repetia ele quando dois adolescentes gays que passavam pelo local não gostaram e chamaram a polícia. John Craven, 57, ficou em uma cela por 19 horas, sem comida, água e acesso a medicamentos para a sua artrite reumatoide.
Ele entrou com um processo contra a polícia por detenção ilegal, cárcere privado e violação de direitos humanos. Em sua defesa diz que os jovens se beijaram na frente dele para provocar, além de fazer gestos obscenos. Mas alegaram diante do policial que foi o pregador que os havia insultado e causado “assédio moral”.
Quando o oficial da polícia chegou, afirmava que Craven estava preso por perturbação da ordem pública.  “Eu disse a eles que de acordo com a palavra de Deus a homossexualidade é uma abominação. É a palavra de Deus. Citei Apocalipse capítulo 21, versículo 8”, explica.
“Não é apenas a minha opinião. Eu tive confrontos com as pessoas antes por pregar ao ar livre, mas nunca algo parecido com isto. Fui tratado muito rudemente pelo policial”, finalizou.
A corte condenou a polícia a pagar uma indenização de £ 13.000.  Contudo, caso tivesse sido condenado segundo o rigor da lei de Ordem Pública de 1986, que criminaliza o uso de palavras insultuosas com a intenção de causar o assédio, alarme ou angústia, poderia ter ficado seis meses na prisão.
A defesa de Craven ganhou a causa usando os termos da Lei dos Direitos Humanos da Inglaterra, citando o seu direito de desfrutar a liberdade de manifestar a religião (artigo 9 º) e à liberdade de expressão, incluindo a liberdade de transmitir informações e ideias sem interferência da autoridade pública (artigo 10).
Colin Hart, diretor do Instituto Cristão, que pagou os advogados de Craven também comemora: “A liberdade de expressão é um direito humano básico. Os próprios fundamentos da nossa liberdade dependem dele. Espero que polícia de Manchester tenha aprender lições para o futuro a partir deste caso, e que isso nunca mais aconteça”.
Craven se diz aliviado: “Parece que as ações da polícia mostram que eu e outros pregadores de rua não poderíamos pregar o evangelho em público livremente sem infringir a lei”. O evangelista continua semanalmente pregando nas ruas e diz que faz isso para que as pessoas possam crer em Jesus e ter a vida eterna. Com informações BBC.

Origem do dia da mentira está ligada a um decreto do Papa

Saiba como surgiu esse costume de 1º de abril
Dia 1º de abril, chamado de “dia da mentira” ou “dia dos bobos” não é um feriado religioso, mas muita gente ignora que a tradição surgiu por causa de um papa.
Até o século XVI, o ano-novo era comemorado junto com a chegada da primavera, no dia 25 de março. As festas tradicionais incluíam troca de presentes e bailes noturnos. Duravam uma semana, acabando em 1º de abril.
Contudo, em 1582, papa Gregório XIII (1502-1585) estabeleceu o decreto que mudaria o calendário e seria válido para todos os cristãos. Em sua homenagem foi denominado “calendário gregoriano”, o mesmo que é usado até hoje.
A partir de então o ano-novo passou a ser o 1º de janeiro. A França só passou a seguir o decreto papal dois anos depois. Os franceses que resistiram à mudança, ou simplesmente a ignoraram continuavam comemorando na antiga data.
Surgiu então o costume de certas pessoas em ridicularizar esse apego ao antigo calendário. Os “bobos de abril” recebiam convites para festas que não existiam. Com o passar do tempo, virou uma tradição pregar peças em todo o país, acabou se espalhando para a vizinha Inglaterra e posteriormente por todo o mundo.
Popular no Brasil, o primeiro de abril passou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou o periódico A Mentira. Lançado em 1º de abril de 1828, trazia a (falsa) notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A última edição de A Mentira saiu em 14 de setembro de 1849, convidando todos os seus credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte em um endereço que não existia.
Para muitos fazer “pegadinhas” e contar mentiras neste dia é algo inofensivo. Contudo, muitos segmentos evangélicos fazem campanhas contra o hábito, lembrando que, segundo a Bíblia, a mentira tem sua origem no Diabo, que é chamado de seu “pai”. Com informações Religion News.

Assista a participação de Silas Malafaia no “The Noite com Danilo Gentili”

Pastor respondeu diversas perguntas e falou sobre temas polêmicos Nesta segunda-feira (31) foi ao ar no programa “The Noite com Danilo Gentili” a entrevista concedida pelo pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Sempre polêmico, Malafaia falou sobre política, finanças, sexualidade e comunicação. O líder evangélico que é considerado um dos mais influentes do Brasil comentou sobre os dados veiculados pela revista Forbes sobre sua renda e afirmou que irá processar a publicação nos EUA.
Malafaia comentou sobre seu trabalho como líder evangélico e conferencista além de falar sobre seus momentos de laser. O pastor afirmou que para se divertir gosta de jogar futebol com outros pastores.
Gentili questionou Malafaia sobre sua relação com outras denominações evangélicas citando Edir Macedo como exemplo. Para o pastor Silas o trabalho da Igreja Universal é incontestável, porém Malafaia discorda de alguns pontos de contato para fazer as pessoas terem fé. Como exemplo o líder citou as campanhas usadas pela igreja, como o sal grosso, rosa ungida e o óleo de Israel.
Sobre o uso das redes sociais o líder evangélico destacou que o segmento é o que mais usa as redes para propagação de sua fé. Malafaia também destacou que este dado não é apenas em relação aos religiosos, mas também entre os não religiosos.
Ao falar sobre a sexualidade o pastor orientou sobre o controle do impulso. Para o líder uma das principais orientações cristãs é para que cada pessoa aprenda a controlar os impulsos para ter uma qualidade de vida melhor.
Para que o cristão consiga casar virgem Malafaia afirma que o fiel deve controlar o impulso e buscar evitar a relação sexual fora do casamento. Sobre a masturbação Silas afirmou que Jesus mudou a questão do pecado ao afirmar que basta uma pessoa pensar em ter relações sexuais com outra fora do casamento que já está pecando.
Sobre o uso de preservativos o pastor afirmou que a igreja evangélica não é contra, pois os filhos devem ser benção. Para o líder deve haver um planejamento familiar.
Malafaia destacou que a igreja é contra o controle de natalidade, que é quando o Estado interfere no número de filhos que o indivíduo pode ter, mas que a igreja é também favorável ao planejamento familiar.
Ao ser questionado se a oratória de um pastor pode dar força a um discurso e levar uma pessoa a crer em qualquer coisa, o pastor Silas Malafaia respondeu que a oratória de qualquer pessoa pode influenciar, mas não levar alguém a acreditar em qualquer coisa.
Assista:

Pastor é morto com dez tiros na frente dos familiares

Segundo a PM os dois filhos mais velhos do religiosos tinham envolvimento com o crime, um deles foi assassinado há quatro meses e o outro ferido
Um pastor pentecostal foi assassinado na última semana ao chegar em sua residência localizada no município de Eldorado dos Carajás, no Pará.
O crime aconteceu na quarta-feira (26) por volta das 22 horas quando Adão Gonçalves, da Igreja Pentecostal Semear do Senhor, se preparava para tomar um banho após ter ministrado o último culto daquele dia.
De acordo com a esposa e o filho de 13 anos que são testemunhas do crime, a casa foi invadida por dois homens que arrobaram a porta da cozinha. O pastor Adão tentou fugir, mas os criminosos atiraram e mesmo depois de vê-lo caído, continuaram atirando.
O pastor morreu com dez tiros e agora a polícia tenta ligar o crime com o assassinato do filho mais velho do casal, que tinha 20 anos, e da tentativa de assassinato do filho do meio, de 18 anos.
Segundo o jornal Diário do Pará, os jovens eram envolvidos com o mundo do crime e sofreram uma emboscada há quatro meses que terminou na morte de um, deixando o outro filho ferido.
O cabo Severo, da Polícia Militar, disse ao jornal que a linha de investigação segue tentando ligar os crimes. Os acusados não estavam com máscaras, então a esposa do pastor e o filho caçula conseguiram ver quem eram os atiradores. Eles são as principais testemunhas para a solução do caso.

28 março, 2014

Pelo menos 778 pessoas foram executadas em 22 países em 2013

Atualmente, cerca de cem milhões de cristãos são perseguidos no mundo
De acordo com o Relatório Anual sobre Pena de Morte, divulgado na quinta-feira (27), o número de executados teve um "acréscimo significativo" no ano passado, quando comparado ao ano anterior. Praticamente todos os países citados na lista faz parte da Classificação da Perseguição Religiosa, ranking que revela as nações que mais perseguem os cristãos.

O caminho para a abolição da pena de morte no mundo sofreu "alguns retrocessos difíceis" em 2013, conclui o mais recente relatório da Anistia Internacional, que contabiliza pelo menos 778 pessoas executadas em 22 países.

Como em anos anteriores, esse número não inclui "as milhares de pessoas executadas na China", onde a pena de morte é considerada "segredo de Estado", não havendo estimativas confiáveis que possam ser utilizadas, destaca a organização internacional de defesa dos direitos humanos.

Excluindo a China, cerca de 80% das execuções registradas no mundo ocorreram em apenas três países: o Irã, Iraque e a Arábia Saudita. A Anistia também não conseguiu confirmar se houve execuções judiciais no Egito e na Síria.

Em 2013, o número total de países que aplicaram a pena de morte subiu para 22, recorrendo a métodos como decapitação, eletrocussão, enforcamento, fuzilamento e injeção letal.

Quatro países voltaram a recorrer à pena de morte, após anos de intervalo: a Nigéria, o Kuwait, a Indonésia e o Vietnã e foram registradas execuções públicas em quatro: a Arábia Saudita, Coreia do Norte, o Irã e a Somália.

No ano passado, pelo menos 1.925 sentenças de pena capital foram proferidas em 57 países, com aumento em relação a 2012, e pelo menos 23.392 pessoas estavam em corredores da morte.

Não houve registro de execuções na Europa e na Ásia Central e, pela primeira vez desde que a organização recolhe dados sobre pena de morte, os corredores da morte em Granada, na Guatemala e em Santa Lucia estavam sem prisioneiros.

Três dos países que executaram pessoas em 2012 não o fizeram em 2013 – Gâmbia, Paquistão e Emirados Árabes – e outros Estados perdoaram ou mudaram penas capitais.

Onde seguir a Cristo pode custar a vida


Os dez países mais hostis aos cristãos tratam-se de nações que passam por sérios problemas em seu governo: Somália, Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Iêmen. Junto a eles, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Maldivas e Irã completam a primeira dezena de países em que ser cristão é, praticamente, uma prova de resistência.

Atualmente, cerca de cem milhões de cristãos são perseguidos; em média, cem indivíduos cristãos perdem sua vida a cada mês em razão de sua fé em Jesus Cristo. 


Fonte: Portas Abertas com informações da Agência Lusa

Universidade recusa-se a oferecer trabalhos rentáveis a cristãos

Apenas são trabalhos servis, apesar dos esforços jurídicos pela erradicação da discriminação
"Uma universidade pública no Paquistão desafia ordem judicial e engana autoridades governamentais para evitar a oferta de empregos aprovados pelo governo a não-muçulmanos", declarou um político cristão do partido majoritário da nação.
Em maio de 2009, o Governo Federal aprovou uma lei requerendo que 5% dos empregos deveriam ser distribuídos às minorias religiosas. A Universidade de Sargodha (localizada na Província de Punjab, onde reside a maior parte dos cristãos do país) contratou centenas de empregados desde a implementação dessa legislação em Punjab em 2010, mas continua a usar táticas burocráticas para evitar a contratação de não-muçulmanos, de acordo com Chaudhry Mustaq Gill, um líder político cristão da Pakistan Muslim League (Liga Muçulmana Paquistanesa).
A legislação foi criada para proteger as minorias religiosas e minimizar a injustiça contra pessoas que se candidatam a empregos governamentais, mas os empregados do Estado são os maiores obstáculos à sua implementação. A legislação foi iniciada por Shahbaz Bhatti, um deputado cristão que foi assassinado há três anos. Ele era uma figura proeminente no apoio à Asia Bibi (cristã sentenciada à morte por ter insultado o profeta Maomé) e na luta por emendas a leis de blasfêmia paquistanesas.
O Paquistão é um Estado islâmico. 95% da população é praticante do Islã, enquanto o restante primariamente pratica outras religiões como o hinduísmo, o cristianismo e o sikismo.
Chaudhry Mushtaq Gill apresentou uma queixa contra a Universidade através do ombudsman do Governo de Punjab em setembro de 2012. A Universidade perdeu o caso e o ombudsman decretou o seguinte:
"A Universidade de Sargodha teve vários editais para recrutamento depois de março de 2010 sem a prescrição da quota de 5% para minorias, o que viola a provisão das instruções da política. A má gestão da Agência está estabelecida".
De acordo com Gill, cerca de um ano se passou desde a provisão dessa ordem e a Universidade não retificou suas irregularidades.
O histórico fornecido pela Universidade ao ombudsman indica que 102 dos 111 cristãos contratados desde 2010 estão trabalhando como varredores de ruas, os outros nove cristãos restantes estão trabalhando como recepcionistas e jardineiros, sendo que um trabalha como lojista e o outro como atendente de laboratório.
A ocupação de varredor de rua é tradicionalmente considerada servil e degradante no sistema de castas indiano, ou seja, somente os "intocáveis" recebem empregos dessa categoria.
A "intocabilidade" é uma prática social-religiosa embasada no sistema indiano de castas que bane grupos minoritários, segregando-os da maior parte da sociedade. Muçulmanos paquistaneses ainda seguem o sistema de castas devido à proximidade em que viveram com hindus por centenas de anos. Cristãos são, em sua maioria, considerados como vindos da classe de intocáveis, e espera-se então que eles trabalhem em serviços inferiores como o de varredor de ruas, tanto no setor público como no privado.
Ao falar com a agência de notícias World Watch Monitor, Gill declarou que ações afirmativas governamentais estavam sendo consideradas sem importância. "Durante os procedimentos, antes do ombudsman, os funcionários da Universidade declararam que a cota não se aplica a empregos de alta colocação como o de professor, mas a notificação afirma claramente que se aplica a todos os postos do quadro de funções".
Gill ainda acrescentou que a Universidade de Sargodha não era a única universidade a ignorar as cotas para minorias. "Existem dúzias de outras universidades. Estão buscando as mesmas direções do ombudsman do Governo de Punjab [acerca disso] e alguns concordaram em implementar as cotas também", afirmou.
 
Fonte: Portas Abertas

BENDITO O DEUS QUE NÃO ATENDE TODAS AS NOSSAS ORAÇÕES!

Por Rodrigo Ribeiro

Deus é onisciente. Este é um de seus mais conhecidos atributos. No entanto este conhecimento é muitas vezes superficial e inadequado, ou no mínimo, não traz como reflexo nenhuma aplicação prática para nossa fé. Compreender este importante atributo é um recurso indispensável para todos aqueles que necessitam descansar seus corações na sabedoria inefável do Poderoso Deus. Se formos conscientes de nosso estado, todos serão unanimes em reconhecer que esta necessidade é geral, e alcança cada um de nós.

A onisciência de Deus não significa somente que ele sabe de todas as coisas, mas também que ele sempre escolhe os melhores caminhos nos momentos mais oportunos possíveis. É um atributo que nos revela uma sabedoria perfeita, inalcançável. Deus faz tudo da melhor forma possível. Ele controla de modo esplendoroso todos os meios assim como o fim de todas as coisas. Ele o faz com absoluta maestria, ainda que tais caminhos sejam absurdos por diversas vezes aos nossos frágeis olhos carnais.

Mas este atributo não é comunicado a nós, ou seja, nós não somos oniscientes. Sendo assim Ele não seria bondoso para conosco se SEMPRE atendesse os nossos pedidos, que muitas vezes nos fariam mal no fim das contas. As teologias que colocam o poder nas palavras dos homens, vindicando para si o direito de emitir decretos nos quais Deus torna-se um mero agente de suas "sábias" decisões, são heresias que não compreendem nem a infinita sabedoria de Deus, e tão pouco reconhecem as imensas limitações do intelecto humano.

Mas tenho uma excelente notícia: Ele é bom! Tão bom que nós diz não!

Veja o exemplo dos discípulos:

Então, aproximou-se de Jesus a mãe dos filhos de Zebedeu com seus filhos e, prostrando-se, fez-lhe um pedido.

"O que você quer? ", perguntou ele. Ela respondeu: "Declara que no teu Reino estes meus dois filhos se assentarão um à tua direita e o outro à tua esquerda". Disse-lhes Jesus: "Vocês não sabem o que estão pedindo. Podem vocês beber o cálice que eu vou beber? " "Podemos", responderam eles. (Mateus 20:20-22)

Eles queriam beber do cálice de Cristo. Ficar ao seu lado quando fosse erguido. Pensavam que isto significaria glória em Israel, reinando com Ele. Mas isto na verdade significa: Cruz, morte e humilhação. Aqueles posições seriam ocupados por dois ladrões crucificados co, Cristo. Jesus sabia o quão terrível seria o seu destino, ainda que os discípulos não o compreendessem, e por isso foi compassivo com eles, negando suas tolas pretensões. Eles não sabiam o que pediam, mas o mestre sempre soube o que lhes daria.

Em outra narrativa bíblica, percebemos Pedro em uma petição ainda mais nociva, mas que detinha uma aparência de extrema piedade. Obviamente esse pedido partiu de uma compreensão equivocada do discípulo, apesar de sua ótima intenção de preservar seu mestre tão amado, mas se fosse atendido teria consequências irreparáveis:

Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia. E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso. Mateus 16:21-22

No entanto, como o decorrer do texto demostra, Jesus o repreendeu severamente. Ainda que seu pedido fosse compreensivo diante do carinho que tinha por Cristo, as consequências daquilo seriam terríveis. Se Jesus fosse poupado, Pedro não teria salvação. Todos nós estaríamos no inferno! Os nossos pedidos mais sinceros, por causa das inclinações de nosso coração, podem nos levar a caminhos de morte. Foi isto que ocorrera com Pedro.

GLÓRIA A DEUS, POIS ELE NOS DIZ NÃO!

Não sabemos o que pedimos, mas devemos saber a quem pedimos. Ele é totalmente digno de confiança! E é por saber que ele nos dirá não quando o nosso pedido for nossa armadilha, é que podemos abrir nossos lábios e corações para clamar a Ele com todas as nossas forças. Nosso Deus é tão bom que nos diz não. E há mais amor nesses desejos negados, no que numa prece atendida com consequências negativas inimagináveis.

Clamemos aquele que sempre cumpre sua vontade perfeita! Ele sabe escutar nossas orações e adequá-las ao seu plano soberano e imutável!

***

Rodrigo Ribeiro é colaborador do Púlpito Cristão, advogado, seminarista, e um dos editores do blog UMP-da-Quarta.

Votação sobre “o que é família” gera polêmica e bate recorde

Resultado de enquete pode influenciar futuras decisões
Possivelmente um dos assuntos mais comentados entre cristãos nas redes sociais nos últimos dias, a enquete no site da Câmara trazia a pergunta: “Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?”.
Embora esteja no ar desde o início de fevereiro, quando o “não” ultrapassou o “sim”, milhares de evangélicos se mobilizaram na internet para reverter o quadro. Encerrada na noite desta terça (24) foram registrados 50.81% contrários (285.417 votos), 48.8% favoráveis (274.176 votos) e 0.39 % (2.191 votos ) não souberam opinar.
Foi a enquete com maior participação popular da história do site. São mais de meio milhão de pessoas votando, o que pode servir como uma espécie de “termômetro” para os deputados saber a opinião dos eleitores. Isso pode influenciar futuras votações.
Enquete Família
Essa definição de família é importante por que faz parte do projeto de lei do deputado Anderson Ferreira (PR-PE). Membro da bancada evangélica, ele e outros religiosos vem defendendo o chamado Estatuto da Família, o qual estabelece que só poderiam se beneficiar de programas sociais direcionados à proteção da família homens e mulheres casados ou com união estável reconhecida, ou ainda pais e mães solteiros ou viúvos.
Segundo a forma atual do Estatuto, uniões homoafetivas são excluídas de políticas públicas como assistência gratuita e especializada a dependentes químicos e acompanhamento de adolescentes grávidas.
Ferreira acredita que a definição “fortalece os laços familiares” e oferece “proteção e preservação da unidade familiar, ao estimular a adoção de políticas de assistência que levem às residências e às unidades de saúde pública, profissionais capacitados a orientação das famílias”.
O deputado acredita que seu projeto apenas segue a definição de família da Constituição Federal. Em seu primeiro mandato na Câmara, ele já ocupou o cargo de vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo pastor Marco Feliciano. Também foi relator do polêmico projeto da chamada “cura gay”.
Para defender o seu projeto Ferreira destaca que a família é uma instituição ameaçada pelas “inversões de valores”. Seu posicionamento é fortemente influenciado por sua fé, mas esclarece: “O político não é para ser despachante de igreja, ele precisa representar o eleitor dele. Eu defendo os meus princípios”, diz. “De onde veria um norte, da política, para guiar a sociedade, vem cada vez mais ações para desestabilizar a família. Hoje vemos políticos da Dilma defendendo aborto, um ex-presidente, o FHC, defendendo legalização das drogas. Os valores estão sendo invertidos e eu, através do meu mandato, estou lutando pela sociedade.”
Quase três anos atrás ocorreu o reconhecimento da união homoafetiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, essa decisão do Supremo pode ser mudada, a exemplo do que ocorreu no caso do mensalão. Há anos que grupos de defesa dos direitos LGBT travam uma batalha política e judicial contra as propostas da bancada evangélica.
Isso pôde ser visto mais uma vez no caso da enquete da Câmara. Grupo militantes pró-direitos dos homossexuais mobilizaram seus seguidores, incluindo o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) que tem mais de 300 mil fãs no Facebook e o cartunista Laerte Coutinho. Por outro lado, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), com mais de 500 mil fãs no Facebook, e o pastor Silas Malafaia, que possui mais de 700 mil seguidores no Twitter, se uniram em defesa da posição de Ferreira na enquete, pedindo votos ao “sim”.
Alvo de críticas ferrenhas, o deputado Ferreira disparou: “Meu debate não é fundamentalista, é constitucional. O movimento LGBT está travando uma guerra no vazio, porque se ele quiser mudar isso (a definição de núcleo familiar) precisa pedir uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), para fazer uma mudança constitucional. Decisão do STF pode mudar”. Com informações Último Segundo

Visão Mundial se arrepende e reverte decisão sobre contratar cristãos gays

ONG evangélica pede perdão pelo anúncio controverso feito esta semana
A grande repercussão negativa sobre a decisão do Conselho da Visão Mundial em divulgar que contrataria “cristãos gays”gerou intenso debate esta semana. Após a divulgação da matéria em português no portal Gospel Prime, a assessoria brasileira da Visão Mundial enviou um comunicado: “Reafirmamos que este é um posicionamento da Visão Mundial Estados Unidos e não tem relação com a organização no Brasil”.
Em uma carta aberta divulgada 48 horas depois, o presidente da ONG, Richard Stearns, e Jim Beré, presidente do Conselho da Visão Mundial Estados Unidos, admitiram seu erro e voltaram atrás. Ao explicar os fatores que envolveram a mudança de posição, Stearns esclareceu que entre seus funcionários estão pessoas que pertencem a mais de 50 denominações diferentes, incluindo algumas que já aceitam casamentos do mesmo sexo.
Como um pedido de perdão, Stears e Beré escreveram: “Estamos de coração partido com a dor e confusão que causamos a muitos de nossos amigos que viram nesta decisão uma reversão do nosso forte compromisso com a autoridade bíblica. Pedimos que entenda que nunca foi a intenção do Conselho. Pedimos por seu apoio contínuo”.
Também acrescentam que: “Comprometemo-nos que continuaremos a ouvir os sábios conselhos dos irmãos e irmãs cristãos, e contataremos nossos principais parceiros nas próximas semanas. Enquanto a Visão Mundial Estados Unidos mantém-se firme na visão bíblica do casamento, afirmamos enfaticamente que todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual, são criados por Deus e devem ser amados e tratados com dignidade e respeito”.
Por fim, deixaram claro que  “Oramos para que você continue a se juntar a nós em nossa missão de ser uma parceria internacional dos cristãos cuja missão é seguir nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, trabalhando com os pobres e oprimidos para promover a transformação humana, buscar a justiça, e testemunhar a boa nova do Reino de Deus. ”
Embora não mencionem de quanto foi o prejuízo estimado, denominações inteiras como as Assembleias de Deus dos EUA ameaçaram pedir que seus membros deixassem de contribuir para essa que é considerada a maior ONG cristã do mundo, com uma arrecadação anual que beira um bilhão de dólares.
Fundada na década de 1950, pelo evangélico Bob Pierce, atualmente atende mais de 100 milhões de pessoas em cerca de 100 países. Chegou ao Brasil em 1975, onde desenvolve programas sociais como apadrinhamento de crianças carentes e está engajada em campanhas como a de combate ao trabalho infantil.
Mais informações sobre seu trabalho podem ser obtidas pelo site www.visaomundial.org.br

Sem Marina Silva, PV defende o aborto e a liberação da maconha

Segundo integrantes do partido a defesa do aborto e da maconha sempre foram uma bandeira da legenda.
Após a saída da ex-ministra Marina Silva do Partido Verde (PV), que em 2010 obteve quase 20 milhões de votos e ficou em terceiro lugar na disputa para comandar o Palácio do Planalto, o PV planeja levar à campanha presidencial de 2014 temas polêmicos como liberar o aborto além das situações permitidas pela atual legislação e descriminalização do consumo de maconha.
Em 2010 Marina teria se posicionado contra estas questões por ser evangélica, agora sem a ex-ministra o partido pretende apresentar esses temas como parte dos dez pontos programáticos lançados na última segunda-feira (24) pelo pré-candidato Eduardo Jorge, ex-deputado.
“Não vamos fazer campanha olhando para 2010″, disse Eduardo Jorge. “Questões de orientação sexual, reforma política, reforma tributária e relações com a agricultura não foram bem defendidas em 2010″.
Segundo integrantes do partido a defesa do aborto e da maconha sempre foram uma bandeira da legenda, mas acabou sendo “temporariamente” revisto para a ex-ministra evangélica se candidatar pela sigla. Marina deixou a legenda em 2011 para fundar seu próprio partido.
O ex-deputado reconhece que, entre os eleitores que votaram na candidata do PV em 2010, havia conservadores que foram atraídos pelas convicções pessoais e religiosas de Marina. Afastar o PV desse eleitorado, garantiu o pré-candidato, não é problema, mas solução.

25 março, 2014

A Bíblia é o documento mais historicamente correto de todos os tempos

Estudiosos querem ajudar cristãos a entender melhor como as Escrituras foram preservadas
Chad Hovind, pastor da megaigreja Horizon Community, de 5.000 membros, em Cincinnati, Ohio, quer ajudar os cristãos a entender melhor por que a Bíblia é o documento “mais historicamente correto de todos os tempos”.
Segundo Hovind, a visita do conhecido pregador Josh McDowell à sua igreja ajudou muitas pessoas a “abrirem os olhos” para alguns fatos fascinantes. O autor de “Mais que um carpinteiro” usou em suas palestras um rolo com os cinco primeiros livros da Bíblia (Torá) com cerca de 500 anos de idade. Ele permitiu que os presentes o tocassem e examinassem. Depois, explicou que aquele era um dos poucos manuscritos completos da Torá do mundo que não está em algum museu.
Durante sua apresentação, mostrou como eram as técnicas detalhadas dos antigos escribas judeus para certificarem-se que a Bíblia que temos em nossas mãos hoje ficasse livre de erros.
Para McDowell, as tentativas constantes de atacar a credibilidade histórica da Bíblia são a ameaça mais comum, pois ela é a base da fé cristã. Lamentou que até mesmo os cristãos acreditam em ‘bobagens’ que visam desacreditar a maneira que o texto bíblico foi passado de geração em geração.
O pastor Hovind enfatiza que as explicações de McDowell fizeram muitos dos presentes repensar a maneira como veem as Escrituras Sagradas e que essas verdades deveriam ser mais divulgadas. Para isso, pretende produzir um DVD com esse material, visando a multiplicação do conhecimento.
O rolo que McDowell usa para ensinar sobre o assunto foi copiado por escribas por volta de 1450 dC.  Possui grande valor histórico pois naquela época era muito comum que material religioso deste tipo fosse proibido e muitas vezes queimado, como resultado da perseguição judaica por parte da Igreja Católica.
O compromisso de copiar as Escrituras era uma tarefa sagrada. Havia milhares de métodos de controle de qualidade destinados a assegurar sua confiabilidade. Os escribas eram obrigados a memorizar mais de 4000 leis antes de começar a escrever. Nada poderia ser escrito a partir da memória.
Cada letra das copiadas obedecendo um sistema de três escriba. Depois que um escrevia, outro verificava cuidadosamente cada letra e um terceiro escriba verificava a obra final.  A maioria das cópias completas da Torá tinham cerca de 70 metros de comprimento e levavam mais de três anos para serem terminadas. Após a conclusão, três escribas verificavam o documento antes que ele pudesse ser usado.
Sabe-se que os escribas literalmente contavam as letras do começo ao fim. São exatamente 304.805 letras na Torá, parando a contagem na 152.402a letra (em Levítico 11:42). Ficou estabelecido que a próxima letra era a chamada “letra central”. Se ela não estivesse certa, o pergaminho todo precisava ser reexaminado. Se estivesse correta, continuavam contando para ver se a última letra do pergaminho totalizava 152.402.
As Escrituras eram confirmadas por meio de um rolo de papel que servia como um certificado de que seguira todos os processos necessários, incluindo a verificação de três escribas e o sistema de contagem para confirmação.
Até hoje, não se conhece na história da humanidade nenhum processo de cópia com tamanho compromisso com o controle de qualidade. Hovind e McDowell querem enfatizar aos leitores da Bíblia e também aos seus críticos que as antigas histórias de que as Escrituras foram alteradas ao longo do tempo são bobagem.
Embora as traduções possam variar, é possível ver cópias do documento mais historicamente confiável da história expostas em diversos museus. Ainda que se possa atacar seus ensinamentos, os fatos mostram que não há como questionar a seriedade do processo de cópia e a enorme quantidade de sangue que foi derramado para que o que Deus revelou ao homem fosse preservado. Letra por letra.

Cristãos e muçulmanos se unem contra o trabalho escravo

O encontro aconteceu no Vaticano onde planos para acabar com a escravidão moderna foram traçados
Representantes da Igreja Católica Romana, da Igreja da Inglaterra e da Al-Azhar, instituição muçulmana sunita, se reuniram no Vaticano para assinarem um acordo contra a escravidão moderna.
O encontro aconteceu na segunda-feira (17) estabelecendo a criação da “Rede da Liberdade Global” que pretende lutar contra a exploração física, econômica e sexual de homens e mulheres.
Para os líderes religiosos é preciso agir de forma rápida para impedir que 30 milhões de pessoas continuem sendo exploradas no mundo. A ideia do grupo é acabar com a escravidão moderna em 20 anos.
Além de pensar em medidas para acabar com o trabalho escravo, o tráfico humano e a exploração sexual, os líderes também estabeleceram um dia mundial de oração pelas vítimas da escravidão.
Entre as ações eles sugerem a tomada de medidas corretivas para impedir o trabalho escravo em suas cadeias de suprimento e investimento e até pensam em pressionar governo e empresas a fazerem o mesmo.
Representando o Papa Francisco estava o bispo Marcelo Sánchez Sorondo que deixou claro a posição de seu líder sobre o tema. Francisco teria afirmado que o tráfico humano, o trabalho sexual forçado e o trabalho agrícola sem remuneração são “crimes contra a humanidade”.
Todos os representantes estavam esperançosos em relação ao trabalho, dispostos a deixarem as diferenças religiosas em prol do bem comum. Com informações Yahoo.