29 junho, 2015

CORDEL SOBRE A VIDA DE JOÃO BATISTA É DISTRIBUÍDO DURANTE O 'SÃO JOÃO 1:29'

O Projeto São João 1:29, realizado pela VINACC, começou os seus trabalhos de evangelismo pessoal na última sexta-feira, dia 19, em Campina Grande (PB). Para as abordagens, os voluntários se utilizam de panfletos personalizados, elaborados em parceria com a AMME Evangelizar. Um desses materiais é um folheto de cordel, escrito pelo pastor Calvino Rocha, e que narra a trajetória de João Batista.

O folheto, intitulado “Quem é este João?”, questiona sobre os estereótipos criados a respeito de João Batista, e apresenta quem ele realmente foi, de acordo com as Escrituras – um servo de Deus, vocacionado para preparar o caminho da chegada do Salvador do mundo.
Confira o texto de “Quem é este João”!

Quero lhe pedir licença
E um pouco de pacença
Pra lhe contar uma história
Que se tornou até folclórica:
É a história de seu João
Que dá nome ao São João

Leia agora sem detença
E com muita pacença
O que eu vou lhe contar:
Estamos no maior São João
Mas não sabemos não
Quem é este tal João

Afinal, que João é esse
Que desperta o interesse
De gente de toda a parte?
Que ao som do bacamarte
Come milho e pipoca
Mariola e tapioca?

Por favor me arresponda
Quem é o João da festança
Que traz música e até dança
Para o meio do salão?
Quem é este que enche ruas
E mexe com a multidão?

Quem é este João cantado
E por muitos recitado
Que mexe com tanta gente
Que cantando o repente
Se emociona no salão
No pipoco de um rojão?

O João que dá nome à festa,
Que reúne a multidão
O João do nosso São João
Era um homem muito simples,
Que não aceitava louvação
Pois tinha outra vocação.

O João que todo povo canta,
O João da festa que encanta
Era filho de Isabel,
Que tinha um simples papel:
Anunciar e preparar o caminho
Daquele que desceu do céu.

O João que o povo canta
Não queria ser cantado,
Pois não era amostrado,
Mas veio apresentar
Aquele que podia salvar
O homem do seu pecado.

O João cantado na festa,
O João que dá nome à festa
Era um simples pregador.
Um pequeno anunciador
Que apontava para o Cristo,
Que redime o pecador.

Quando viu Jesus chegando
Ele foi logo anunciando:
Eis o Cordeiro de Deus
Que tira o pecado do mundo
E que com amor profundo
Lava o pecador imundo.

Você que com pacência
Descobriu quem é o João
Que dá nome a esta festa
Que todo mundo atesta
Ser o maior São João
Me arresponda sem detença.

Você sabe qual é a sentença
De quem não tem Jesus?
O Cristo que veio ao mundo
E que com amor profundo
Morreu na cruenta cruz?

Não despreze esta história
Pois ela não é folclórica
Aquele que não tem a Cristo
E despreza o seu amor
Está fatalmente perdido
E afastado do Senhor.

Entenda, ó meu amigo
Que Jesus não é inimigo
Antes, ele veio salvar
Lavar e perdoar
O perdido pecador
Por causa do seu amor.

***
Divulgado no site da VINACC

VOCÊ ACREDITA? 3 DE SETEMBRO NOS CINEMAS

Dos criadores do filme "Deus não está morto", "Você acredita?" estará nos cinemas dia 03 de setembro deste ano. Com a participação de Mira Sorvino, Sean Astin, Alexa Penavega, Brian Bosworth, Cybill Shepherd, e outros.

Doze pessoas, seguindo caminhos diferentes, têm suas vidas interceptadas de forma inesperada. Cada um deles está prestes a descobrir o poder que há na cruz de Cristo, ainda que muitos deles não acreditem nisso.
Uma crença verdadeira sempre requer ação e nessa trajetória, todos serão impactados de maneira que só Deus pode orquestra.
Você acredita na cruz?

Assita o trailer oficial:

JUIZ CRISTÃO PEDE DEMISSÃO PARA NÃO FAZER CASAMENTOS DE HOMOSSEXUAIS

Um juiz de 57 anos, renunciou ao seu cargo na Carolina do Norte. Gilbert Breedlove, que também é pastor ordenado, trabalhava há 24 como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Por causa da nova lei do Estado, seria obrigado a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo a partir deste mês. Como isso vai contra sua fé, decidiu abandonar a função.

“Era a minha única opção… a Bíblia inteira ensina que casamento é entre um homem e uma mulher. Qualquer outro tipo de atividade sexual é definida como a fornicação, não casamento”, declarou Breedlove à imprensa.

Ainda sem ter idade para se aposentar, abriu mão de sua principal fonte de renda e passará a viver com um salário oferecido por sua igreja, o qual é bem inferior. Ele afirmou que entende claramente as consequências de sua decisão, mas sabe estar fazendo o que é certo, pois Deus é mais importante em sua vida.

Seu desejo é que seu exemplo possa incentivar outros magistrados a se posicionar. Ele não está sozinho. John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando sua fé.

Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”. Cerca de 400 cristãos reuniram-se em frente ao tribunal que ele trabalhava para mostrar seu apoio. Um juiz do condado de Pasquotank, que não quer se identificar, divulgou para a imprensa que após se recusar a fazer um casamento de dois homens, recebeu um aviso do governo do Estado que, segundo a nova lei, se insistir em sua postura será demitido.

“Soldado de Deus” vence brasileiro no UFC e pede: “Voltem para Jesus”

Yoel Romero e a faixa de João 3:16.
Yoel Romero recebeu críticas por declaração após luta contra Lyoto Machida
O lutador cubano Yoel Romero venceu o combate do UFC no último sábado, nocauteando o brasileiro Lyoto Machida no terceiro round. Apelidado de “Soldado de Deus”, o atleta seguidamente fala sobre sua fé. Isso não é novidade no mundo do MMA, mas o que ele fez depois da luta é que chamou mais atenção da mídia.
Diferentemente do Brasil – onde um atleta que demonstra sua fé recebe críticas – Romero posou para fotos e deu entrevista com as palavras “João 3:16” numa faixa. Antes da luta, afirmou “Deus tem o controle absoluto de minha vida. Eu espero realizar meu sonho e me tornar campeão”. Contudo, ao tocar na questão da legalização do casamento gay, gerou muita polêmica.
Enquanto muita gente em todo o mundo comemora a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que aprovou a garantia ao direito ao casamento a casais homossexuais, Romero mostrou fortes convicções.
“Escutem, pessoas! O que aconteceu com você, EUA? O que aconteceu com você? O que está acontecendo? Você esqueceu o melhor dos melhores do mundo, o nome de Jesus Cristo? O que aconteceu com você? Acorde, EUA! Volte a ele, volte! Vá para Jesus! Não se esqueçam de Jesus, povo!”, disse ele ainda no octógono.
Devido ao seu forte sotaque, quando ele disse a frase “No forget Jesus” [não se esqueçam de Jesus], isso foi compreendida por muitos como “No for gay Jesus” [não para um Jesus gay].
Aparentemente, a declaração rendeu algum tipo de pressão da organização do UFC. Na coletiva, ele tentou explicar. “Quero me desculpar se houve algum mal-entendido. Sou um homem de Deus, e Deus é amor. Minhas expressões sempre vão ser sobre amor…  O que eu quis dizer era: EUA, muito obrigado por me dar o sonho americano! Não há melhor país do que esse… Esse país foi feito por pessoas cristãs e é abençoado por Deus “, ressaltou. Com informações de UFC e Blood Yelbow
Assista (em inglês):

Site de Silas Malafaia sofre ataque hacker com apologia gay

O grupo Anonymous assinou o ato comprovando quem são os verdadeiros intolerantes
A onda de ataques a sites de líderes religiosos por movimentos pró-LGBT não param, dessa vez foi o site Verdade Gospel, do pastor Silas Malafaia, que sofreu ataque de hackers.
A página com notícias cristãs foi invadida pelo Anonymous que utilizou o filtro do Facebook com a bandeira gay (em comemoração a aprovação do casamento gay nos Estados Unidos) nas fotos de figuras como o deputado federal Jair Bolsonaro, deputado Marco Feliciano, deputado Eduardo Cunha, Levy Fidelix, Silas Malafaia, Danilo Gentilli, Rachel Sheherazade e do senador Aécio Neves.
Um texto dizendo que política e religião não devem se misturar foi postado no site, dizendo que parlamentares cristãos desrespeitam a laicidade do Estado e atacam “minorias” por conta de suas orientações sexuais.
“O pensamento proibicionista sustenta o mesmo critério que as igrejas tinham na idade média, o do castigo para aquele que transgride a moral religiosa. Não basta que cada um pratique sua religião e seja feliz na diversidade, é preciso massificar a cultura e o pensamento, deixar todos iguais, de joelhos, e pagando devidamente seus dízimos”, diz o texto atacando o pastor Malafaia.
O site voltou a funcionar e em uma publicação criticou a intolerância dos hackers que não respeitam a opinião de quem é contra a prática homossexual.
“Os verdadeiros intolerantes se revelam! Nosso portal foi invadido na madrugada desta sexta-feira (26), após o debate que amplamente divulgamos sobre o Estatuto da Família, em Brasília, onde a deputada Érika Kokay não aguentou as críticas e se ausentou da discussão, e também logo após o pastor Silas Malafaia se manifestar contra a aprovação do casamento gay nos EUA. É uma vergonha!”, diz o texto.
Nas últimas semanas pessoas ligadas ao movimento gay hackearam o site do deputado Marco Feliciano e também o Twitter da Igreja Universal do Reino de Deus, uma forte afronta aos cristãos por conta do posicionamento em relação ao comportamento homossexual.

Lei dá a pastores o direito de não celebrar casamento gay

Casamento homossexual feria questões de Liberdade Religiosa
O governador Greg Abbott assinou em cerimônia pública a lei 2065, que marca uma vitória de um movimento que uniu diversos movimentos evangélicos do Texas. A “Lei de proteção ao Pastor” assegura aos ministros o direito de não celebrarem cerimônias de casamento homossexual nas igrejas pelas quais são responsáveis.
O imbróglio jurídico começou no ano passado, após o reconhecimento da legalidade do casamento gay em diversos estados norte-americanos. Seguindo a linha liberal da administração Obama, o governo federal fez pressão em vários níveis em favor da comunidade LGBT. Houve casos de empresas serem proibidas de se recusar a prestar serviço a casais homossexuais.
No conservador Estado do Texas, a prefeita da cidade de Houston, Annise Parker, foi a primeira prefeita abertamente gay eleita em uma grande cidade dos EUA. A prefeitura de Houston logo emitiu um decreto-lei permitindo que indivíduos transgêneros podiam fazer queixa-crime se sentirem-se discriminados de alguma maneira.
Alguns pastores mostraram-se contrariados depois que surgiram denúncias que eles estavam promovendo “discurso de ódio” nas igrejas. A prefeitura pediu então que eles submetessem cópias de seus sermões para que autoridades investigassem se havia homofobia. O recado era claro: os pastores ou padres que se manifestarem do púlpito contra o público LGBT terão de responder juridicamente por discriminação.
A pressão dos evangélicos do Estado inteiro forçou a prefeitura a voltar atrás. Iniciou-se então um embate legal no tocante aos limites da liberdade de expressão nos púlpitos. Os cerca de 400 pastores de Houston conseguiram a suspensão do decreto municipal que limitaria sua liberdade.
A partir de então um projeto de lei que recebeu o apoio de deputados dos dois partidos predominantes do sistema eleitoral começou a tramitar. Lobbies de organizações pró-LGBT como a ACLU, Iquality Texas e a Texas Freedom Network não tiveram sucesso.
O embate ganhou força quando diversas igrejas e organizações religiosas e pró-família como o Conselho de Pastores do Texas, a Conferência Católica do Texas, Convenção Batista do Texas, Eagle Forum, Liberty Institute, Focus on the Family, Coalizão de Pastores Afro-americanos – entre outros – uniram forças.
Com a aprovação da nova lei, nenhuma igreja ou organização religiosa do Texas poderá ser forçada a realizar um casamento e tampouco forçados a prestar serviços, acomodações, instalações ou ceder bens para qualquer atividade que viole suas crenças religiosas.
Uma vez que foi aprovado com dois terços dos votos, o projeto passou a ser lei imediatamente. Jonathan Saenz, presidente da Texas Values Action, ONG jurídica que defende a liberdade religiosa, comemorou: “Hoje comemoramos com pastores e membros do clero que são guiados por suas crenças religiosas sinceras e asseguramos que o Texas desfruta de liberdade religiosa sem interferência do governo”. Com informações de Texas Value

Gays, Dolce e Gabbana reafirmam defesa da família tradicional

Os dois estilistas criticaram o boicote promovido por Elton John.
Domenico Dolce e Stefano Gabbana, donos da grife Dolce e Gabbana, entenderam que o boicote proposto pelo cantor Elton John contra a marca foi uma atitude intolerante de quem não respeita opiniões diferentes.
Os estilistas homossexuais se colocaram contra a adoção de crianças por casais gays e ainda falaram contra a fecundação in vitro, uma das formas utilizadas por gays para terem filhos.
O cantor Elton John, que tem dois filhos por fecundação in vitro, se revoltou contra os estilistas e lançou um boicote contra a marca. Gabbana entendeu que foi uma atitude idiota.
“Eu te condeno porque você não pensa como eu? Loucura! É como se eu boicotasse ele (Elton John) porque teve dois filhos (com fecundação) in vitro! Não sou um idiota! Tolerância”, escreveu ele em seu Instagram.
Dolce também comentou o caso e defendeu Gabbana, lembrando que foi criado por uma família formada por um homem, uma mulher e seus filhos. “Na minha visão da vida é o que me transmitiram”, disse. “Eu cresci assim, isso não quer dizer que eu não aprove outras opções. Eu falei por mim, sem julgar as decisões de outros”.
“Nós não inventamos a família. Converteu-a em um ícone a Sagrada Família. E não é questão de religião ou estado social, não tem jeito: você nasce e tem um pai e uma mãe. Ou ao menos deveria ser assim”, disse o estilista Dolce.
Gabbana chegou a dizer ao jornal Corriere della Sera que Elton John é fascista e encarou de modo autoritário o que foi dito por eles. “Não esperava (esta reação) de uma pessoa a que considerava inteligente como Elton John. Mas, como pode? Prega-se compreensão, prega-se tolerância e depois nos agridem? Só porque o outro pensa de forma diferente?”, questionou.
Sem ter medo de reafirmar suas posições, o estilista afirmou que há muitos gays homofóbicos. “Existe diferentes opções, diferentes vidas. Igual respeito. Mas vejo que há, especialmente na Internet, alguns gays homofóbicos: aqueles que ofendem outros gays que expressam ideias diferentes”, disse Gabbana.

Após quase 50 anos, acaba proibição de bíblias em Cuba

Mais de 80 mil exemplares chegaram à ilha no último mês
Após a reaproximação dos Estados Unidos e Cuba, surgiu uma oportunidade rara para os missionários. Há quase 50 anos Bíblias não eram encontradas nas livrarias cubanas. Um cristão tinha acesso a elas apenas pela rede de igrejas subterrâneas. Agora essa situação mudou.
Este mês, a International Missions Board (IMB), maior agência missionária dos Estados Unidos, enviou 83.000 bíblias para a ilha caribenha. Há relatos que existem extraoficialmente cerca de 1200 igrejas evangélicas em Cuba. O regime comunista dos irmãos Castro proibia a abertura de templos “não registrados”.
O IMB relata que este é um tempo de crescimento dos evangélicos.  A nação comunista proibiu a distribuição da Bíblia abertamente em 1969.  Até recentemente as bíblias que chegavam até os cubanos precisavam ser contrabandeadas e seguidamente eram apreendidas pelas autoridades. Centenas de missionários já foram presos e extraditados por tentarem levar literatura bíblica escondida desde a década de 1960.
Segundo David Isais, que faz parte da Comissão Bíblia de Cuba (CBC), o ministério Revival Fires [Fogo do Avivamento] pretende entregar pelo menos 250 mil bíblias em Cuba este ano. O seu objetivo é que as ofertas possibilitem atenderem o pedido de 1 milhão feito por pastores cubanos. Isais explica que o governo está fazendo um programa experimental que pode ser interrompido a qualquer momento se a distribuição “criar muitos problemas”.
A Comissão Bíblica de Cuba serve como “ligação” entre o governo e as igrejas em Cuba há mais de seis décadas. Para ele é um grande alívio essa liberdade. Algumas igrejas têm apenas uma ou duas bíblias para toda a congregação e muitos pregadores cubanos precisam dividir um mesmo exemplar para estudar e pregar.
A CBC firma que foram autorizados a colocar bíblias não só nas igrejas, mas também em escolas, prisões e bibliotecas. Sua expectativa é que a ampla distribuição da Palavra de Deus gere um avivamento entre os cubanos. Com informações CBN e Joplin Globe

13 junho, 2015

Marco Feliciano denuncia Facebook por censura

Parlamentar encaminhou nota oficial contra a rede de Mark Zuckerberg.
O deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) poderá entrar com um processo contra o Facebook depois que postagens feitas pelo parlamentar na rede social foram censuradas. Publicações denunciando praticas de ultraje e vilipêndio a símbolos religiosos foram retiradas na manhã desta sexta-feira (12) com o aviso de que, por regras internas, as publicações tinham sido bloqueadas.
Na nota encaminhada pela assessoria do parlamentar, Feliciano alerta que os Padrões de Comunidade do Facebook – regras que regularizam o uso da rede social no Brasil – não são mais importantes que a Constituição, que garante o direito de livre expressão, pelo que classificou de “censura”.
“Os Padrões de Comunidade do Facebook não são mais importantes que a Constituição brasileira, que garante o direito de livre expressão, também estabelecido pelo Marco Civil da Internet”, diz um trecho.
Além de fotografias da Parada Gay de São Paulo, foi bloqueado pela rede um vídeo do líder evangélicoconvocando reação coletiva contra a cristofobia. No vídeo Feliciano questiona a reação dos grandes líderes diante do ato de desrespeito da comunidade LGBT. O vídeo teve mais de 5 milhões de visualizações.
“A ação de censura da rede social fere o direito de Liberdade e Livre Manifestação de Pensamento, Liberdade Religiosa e dos estatutos que garantem a manifestação pública de crença e fé”, alerta o parlamentar.
Em nota, o parlamentar alerta para o desrespeito da companhia de Mark Zuckerberg autoridade parlamentar que ele recebeu ao ser eleito deputado federal de forma democrática e representar um posicionamento político.
No final do texto a assessoria informa que entrará com processo contra a empresa, além de buscar as autoridades competentes para averiguar a ação da empresa.

Projeto da cristofobia deve ser votado com urgência

Ultraje ao culto se tornará crime hediondo com pena de até oito anos de prisão
O projeto de lei do deputado Rogério Rosso (PSD-DF) que torna a cristofobia crime hediondo será colocada em votação de urgência pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Um requerimento de urgência foi protocolado na quarta-feira (10)  pelo auto do projeto após a manifestação dos parlamentares das bancadas católica, evangélica e da família que protestaram contra a manifestação desrespeitosa realizada na Parada Gay.
Cunha avisou que se os líderes desejarem ele coloca o texto em votação. “Se tiver a urgência dos líderes, eu ponho para votar”, afirmou Cunha aos jornalistas. Com esse pedido a tramitação do texto seria acelerado.
O PL visa tornar crime hediondo o ultraje a cultos com pena de até oito anos de prisão para quem praticá-lo. O pedido tem base não apenas do que aconteceu na Parada Gay de São Paulo, mas também em outras manifestações onde cristãos e seus símbolos religiosos são vilipendiados. Com informações Terra

Deputado evangélico será relator de projeto sobre aborto de Jean Wyllys

O texto será analisado na Comissão de Seguridade Social e Família.
 O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) encaminhou um projeto de lei que dá garantias de atendimento de saúde, mas que na surdina também legaliza o aborto. O que o parlamentar não contava é que seu projeto fosse cair justamente nas mãos de um evangélico.
Esse “jabuti” – nome dado a temas estranhos inseridos dentro de outros projetos – pretende garantir as políticas públicas no âmbito da saúde sexual e dos direitos reprodutivos e logo nos primeiros artigos estabelece o direito de a mulher decidir se quer ou não ter filhos, o que na prática legalizaria o aborto.
Esse projeto está apensado ao 313/07 e acabou sendo designado a relatoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO). O ex-delegado é autor do projeto apelidado pejorativamente de “Cura Gay”, que garantia o direito dos homossexuais procurar ajuda psicológica sem que os profissionais da área fossem constrangidos pelo Conselho Federal de Psicologia.
Wyllys tem tentado achar no regimento uma forma de tirar do evangélico a relatoria do seu projeto, que está na Comissão de Seguridade Social e Família. Se conseguir desapensar o PL 882/15 ele terá tramitação individual e poderá ir para outro relator.
Nos últimos anos o deputado Jean Wyllys tornou-se um dos principais opositores aos projetos cristãos na Câmara e acabou conquistando a oposição de mais de 300 parlamentares, entre católicos e evangélicos.
Wyllys – que ganhou fama como subcelebridade ao participar de um reality show – propôs, entre outros projetos, legalizar a prostituição no Brasil e a mudança de sexo em crianças pelo SUS mesmo sem autorização dos pais.
No Artigo 1 do PL o texto deixa claro que o projeto visa “regular as condições da interrupção voluntária da gravidez e estabelecer as correspondentes obrigações dos poderes públicos”. Além disso, o segundo artigo estabelece a garantia de uma vida sexual segura, com a liberdade de escolha em ter filhos e quando ter filhos.
“O estado de bem estar físico, psicológico e social nos aspectos relativos a capacidade reprodutiva da pessoa, que implica na garantia de uma vida sexual segura, a liberdade de ter filhos e de decidir quando e como tê-los”, diz o trecho.
Já o artigo 3º estabelece que independente das circunstâncias o Estado deve garantir o direito de interrupção voluntária da gravidez. Com informações Coluna Esplanada

Os Dez Mandamentos registra novo recorde e diminui diferença com Jornal Nacional

O jornal da Rede Globo perdeu mais de um ponto ao disputar com a novela bíblica
Nesta quinta-feira (11) a novela Os Dez Mandamentos registrou um novo recorde de audiência ao alcançar 15.9 pontos de ibope. Os números mostram que a primeira novela bíblica da Record tem conquistado o público brasileiro ao contar a história de Moisés.
Ao mesmo tempo em que a trama aumentou sua audiência, o programa concorrente, o Jornal Nacional da Rede Globo, perdeu mais de um ponto caindo de 23 para 21.9 pontos durante o horário.
O que a produção da emissora de Edir Macedo pode comemorar é que a diferença entre as duas empresas está cada vez menor no horário, registrando apenas seis pontos e garantindo o segundo lugar da Record.
Os Dez Mandamentos estreou em março e desde então tem se consolidado na audiência, alcançando números que há mais de cinco anos a Rede Record não registrava com suas novelas.
O episódio desta quinta teve cenas do assassinato do faraó Seti I que foi envenenado por Yunet. A vilã se passou por outra pessoa e entrou no quarto do governador egípcio dizendo que iria substituir sua esposa secundária. Ao seduzir faraó, Yunet coloca um pó na bebida e em pouco tempo ele morre. Com informações Terra