13 agosto, 2015

CRISTÃOS CHINESES COLOCAM CRUZES EM SUAS RESIDÊNCIAS EM PROTESTO CONTRA GOVERNO

Desde o final de 2013 mais de 1.200 cruzes foram retiradas das igrejas na província de Zhejiang, na China. Porém a campanha do governo, que dá desculpas como “construções irregulares” para derrubar os símbolos cristãos, não tem impedido que mais cruzes sejam exibidas no país.

Algumas comunidades cristãs espalhadas pela China estão ganhando força e o sacerdote católico Dom Vicent Zhu Weifang chegou a liderar no último dia 24 um protesto contra as medidas repressivas do governo chinês juntando muitos católicos em defesa da fé.
Dom Zhu tem agido nessa causa desde o agosto do ano passado pedindo para que seus fiéis se posicionem, mas ele não está sozinho nessa luta, já que o número de cristãos só cresce no país. Para se ter uma ideia, só em Zeijiang há mais de 210 mil cristãos, a província de Wenzhou tem 120 mil membros, ou seja, a quantidade de fiéis é muito maior do que pensam as autoridades locais.

Porém para funcionar na China as igrejas precisam de autorização e a comunidade da província de Yongqiang não foi reconhecida, prejudicando a atuação dos religiosos nas igrejas.
Enquanto tentam resolver essa situação, católicos e protestantes estão se unindo para colocar cruzes de madeira em suas casas e carros. Se o governo impede que o prédio da igreja tenha cruzes, as residências dos cristãos estão transformando a paisagem das províncias, espalhando o símbolo que tanto incomoda o governo comunista.

Um dos líderes cristãos de Zheijiang já afirmou que a ideia é confrontar essa decisão colocando cada vez mais cruzes espalhadas pela província. “Cada vez que eles derrubarem uma cruz, nós vamos colocar novas. Estamos até pensando em fazer bandeiras e roupas com estampas em cruz. Faremos a cruz florescer por toda a China”, garantiu o religioso ao jornal The Guardian.


PROCURAM-SE PREGADORES COMO PAULO

Por Ciro Sanches Zibordi

Paulo trabalhava de dia e de noite, até cansar, a fim de garantir seu sustento (1 Co 4.12). E, em vez de ser aplaudido — como certos pregadores que são convidados para programas de entrevistas para fazer os telespectadores rirem —, ele era injuriado, caluniado e considerado o pior tipo de pessoa do mundo. O que fazia ele diante disso? Ele não revidava, mas dizia: “somos blasfemados e rogamos; até ao presente, temos chegado a ser como o lixo deste mundo e com a escória de todos” (v. 13). E não era um superpregador. Em diversas ocasiões, foi esbofeteado e não tinha moradia certa ou casa própria; e também passou fome, sede e nudez (1 Co 4.11; Fp 4.10-13).

Ele enfrentou a morte várias vezes. Em alguns momentos, chegou a pensar que a sua hora de partir havia realmente chegado (2 Co 1.8,9), pois passou por constantes sofrimentos e angústias por causa das igrejas e de seus membros, individualmente. Ele se preocupava tanto com eles, a ponto de lhes dizer: “em muita tribulação e angústia do coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis, mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho” (2.4).
Às vezes, Paulo gostava de apresentar seu curriculum vitae. Mas o que mais valorizava não era seu cabedal como fariseu e sua fama no judaísmo. Ele gostava de fazer menção das suas aflições, privações e angústias, além dos açoites, prisões, tumultos, vigílias e jejuns em prol da obra do Senhor (2 Co 6.4-10). No seu currículo constavam também os açoites recebidos dos judeus pelo menos cinco vezes! E não somente isso. Ele lembrava os seus irmãos em Cristo de que fora fustigado com varas três vezes, sofrera três naufrágios, um apedrejamento, perigos de salteadores e assassinos, etc. (11.23-29).

Muitos pregadores que querem viver como celebridades realmente não devem apreciar a vida de Paulo, que vivia sob constante ameaça de morte, sendo considerado um espetáculo para o mundo, um louco, desprezível e fraco (1 Co 4.9,10). Ao contrário dos animadores de auditório, pregadores malabaristas e milagreiros, Paulo era avesso à ideia de ter um fã-clube. E, por isso, evitava a ostentação e o emprego de linguagem rebuscada em suas ministrações, pregando somente a Cristo crucificado e evitando batizar muitas pessoas (1 Co 1.14-23; 2.1-5). Ele não queria que as pessoas se agregassem à igreja por causa de seus talentos e erudição, e sim pelo poder do evangelho (1 Ts 1.5).

O pregador Paulo passou muitas privações, tendo de trabalhar arduamente para não ser pesado às igrejas; e a responsabilidade de cuidar delas pesava constantemente sobre seus ombros. Não obstante, ele relutava em receber oferta das igrejas para não dar motivo para o acusarem de ser mercenário. “Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus?”, disse ele, ao se opor aos falsos apóstolos que exploravam a igreja de Corinto (2 Co 11.7-9). Paulo não vivia da “itinerância”, ao contrário de muitos, hoje, que reivindicam isso e até afirmam que a pregação itinerante é uma profissão como qualquer outra. Ele trabalhava para se sustentar, visto que muitos criticavam os pregadores que viviam do evangelho e diziam erroneamente que eles não tinham o direito de receber sustento da igreja (1 Co 9.1-12).

É evidente que, a despeito de pregadores e ensinadores que se prezam não exigirem cachê para expor a Palavra, bem-aventurada é a igreja que reconhece e honra os ministros do Senhor. O Mestre dos mestres, Jesus Cristo, inclusive, disse: “qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão” (Mc 9.41). Paulo se recusava a receber salário e até algumas ofertas das igrejas — mesmo sabendo que “Digno é o obreiro do seu salário” (1 Tm 5.18) — para evitar o falatório e tudo que pudesse pôr em dúvida o seu objetivo de pregar a Cristo. Quantos pregadores, hoje, estão dispostos a trabalhar para sustentar a família e se dedicar de graça, sem nada exigir, à pregação do evangelho?

Paulo era um pregador muito diferente, desapegado do dinheiro e de qualquer tipo de conforto (1 Co 9.15-18). Preocupado com a aparência do mal, tinha uma conduta irrepreensível, mantendo sob controle seus desejos carnais (vv. 25-27; 1 Ts 5.22). Ele também apresentava como motivo de glória e honra o modo como, certa vez, fugiu dos seus perseguidores em Damasco: “fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos” (2 Co 11.30-33). E lutava diariamente com um doloroso espinho na carne, que o abatia, mantendo-o em constante oração e comunhão com Deus. Quando ele se sentia fraco, então estava forte, confiante no que o Senhor lhe dissera: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (12.7-10).

O pregador Paulo tomava muito cuidado para não torcer a mensagem do evangelho (Gl 1.6-8). Ele não andava com astúcia, nem procurava enganar seus ouvintes para tirar proveito financeiro deles (2 Co 4.1,2). E jamais massageou egos de crentes ou descrentes com mensagens de autoajuda. O seu compromisso era com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra. Ele vivia como um condenado à morte, levando em seu corpo as marcas do Senhor Jesus (Gl 6.17), bem como suportando calúnias e injúrias, sofrimentos e provações, privações e perseguições (2 Co 4.7-15). Seus pés estavam na terra, mas sua cabeça já estava no céu. Ele não priorizava riquezas, propriedades e bens. Seu alvo era a glória celestial, as coisas invisíveis e eternas reservadas aos santos e fiéis (vv. 16-18).

Como pregador itinerante, Paulo tinha compromisso com a Palavra de Deus e era cheio do Espírito (At 13-16). Ele tinha conhecimento das Escrituras, e a graça do Senhor estava sobre a sua vida. Não há como dissociar a Palavra de Deus do Deus da Palavra. Por isso, fico preocupado quando ouço pregadores dizendo que o seu compromisso com Deus está acima de seu compromisso com as Escrituras. Isso é impossível. Quem ama a Deus de verdade guarda a sua Palavra (Jo 14.23).

UMA FORMA SIMPLES DE ENCORAJAR SEU PASTOR

Por Kevin Deyoung

Eu decidi escrever esse post agora, enquanto ainda tenho quatro semanas de férias de verão, para deixar claro que estou fazendo comentários genéricos sobre o ministério pastoral, não tentando receber mais elogios do meu rebanho. Eu sirvo em uma igreja muito boa, e nada nesse curto texto deve ser lido como qualquer tipo de reclamação indireta.

Esclarecimentos feitos, aqui vai uma coisa simples e muito importante que você pode fazer para encorajar seu pastor: diga a ele que você é grato por sua pregação.
Não estou falando de massagear o ego do seu pastor apenas para fazer ele (ou você) se sentir bem. Não estou falando de reconhecimento rotineiro, nem de elogios vazios. Não diga ao seu pastor nada que você realmente não sinta.

Mas se o sermão do seu pastor te ajudou a ver mais de Jesus, te ajudou a se afastar do pecado, te ajudou a entender melhor a Bíblia, te ajudou a ser um cônjuge melhor, te ajudou a confiar em Deus em meio ao sofrimento ou direcionou seus afetos para as coisas da glória, diga isso a ele. Não precisa ser toda semana e nem mesmo todo mês. Mas, quando for apropriado, e legítimo, diga a ele. Pode ser algo curto como um e-mail de duas frases ou uma conversa de dez segundos na porta da igreja. Apenas diga algo como “eu tenho crescido como cristão por causa da sua pregação”. Ou “a mensagem da semana passada realmente falou comigo”. Ou “eu tenho aprendido muito sobre a Bíblia nessa última série de sermões.”. Um pouco de encorajamento vai mais fundo do que você imagina.

Eu não digo isso porque pastores tem o trabalho mais difícil do mundo. De muitas formas, é o trabalho mais privilegiado do planeta. Somos pagos (a maioria) para estudar a Bíblia, falar de Jesus para as pessoas, orar com as pessoas passando por dificuldades e, em geral, fazer o tipo de coisas que os outros cristãos tentam fazer quando não estão nos seus empregos normais. Mas ser um pastor é algo único quando, semanalmente, nosso trabalho – e, na verdade, nosso coração e nossa alma – é colocado à vista de todos pra ser visto, aproveitado ou dormido. É natural que um pastor se pergunte, de tempos em tempos (e cada vez mais, conforme o tempo passa), “como é que eu estou indo?”.

Na maioria das vezes eu não penso que essa pergunta apareça na cabeça do pastor por causa de narcisismo, baixa autoestima ou ambição egoísta. Creio que a maioria dos pastores genuinamente não tem ideia do quanto estão fazendo alguma diferença na vida de seu rebanho. Claro, há conversas dramáticas aqui e ali, e certos membros são persistentemente encorajadores e alegres. Mas, em geral, creio que muitos ministros do evangelho passam uma boa parte de seu tempo se perguntando se não estão falando para as paredes.

Talvez alguns deles (de nós) estejam. Sem dúvida há homens no ministério que poderiam estar servindo melhor o reino fazendo outra coisa. Mas, mesmo assim, eu imagino que a maioria dos pastores não deveria deixar o pastorado. Eles estão trabalhando duro. Estão usando quaisquer que sejam seus dois, cinco ou dez talentos que lhes foram dados. Eles amam a Deus, amam Seu povo e amam a Bíblia. Mas não tem a certeza de que estão realmente fazendo alguma diferença. É por isso que eu penso que tantos pastores olham para o orçamento, o tamanho do prédio e a ocupação dos bancos. É quantificável. É mensurável. É algo que pode incentivar o coração pastoral abatido: “veja, você não está perdendo o seu tempo (nem o deles!)”.

Então em algum momento desse mês – se há algo que valha a pena incentivar no sermão do seu pastor – vá e o incentive.

Fale para ele. Pessoalmente. Com alegria e gratidão. Com sinceridade.

Não se preocupe com ele se achar demais. O Senhor sabe como manter seus pastores humildes, para que você possa se preocupar em manter o seu pastor caminhando. Quem sabe o tipo de dúvida que seu pastor pode estar enfrentando? Quem sabe o tipo de desencorajamento constante que o aflige? Quem sabe o quanto talvez ele esteja perto de deixar o ministério (seja por desistência discreta ou por escândalo público)?

“Tudo o que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvo existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4.8). E se o sermão do seu pastor – mesmo que não seja muito frequente – cair nessas categoria, seja grato a Deus. E pense na possibilidade de deixar isso claro para o seu pastor.

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Traduzido por Filipe Schulz no Refroma 21

Vale do Silício: Cresce número de igrejas na área menos religiosa dos EUA

Sucesso e dinheiro não preenche o vazio da alma, diz funcionário de uma empresa de vídeo games
O Vale do Silício, na Califórnia (Estados Unidos), é conhecido pela quantidade de empresas de tecnologia, mas assim como essas companhias há outro tipo de empreendimento se instalando na região: igrejas e templos religiosos.
O fato chama atenção por ser uma região conhecida por seu agnosticismo. As cidades próximas San Francisco, Oakland e San José são conhecidas por terem os menores números de pessoas que frequentam igrejas em todo o país.
Agora as novas igrejas que estão se instalando prometem mudar esta realidade da região composta pelas cidades de San Francisco (parte sul), Palo Alto, Mountain View, Sunnyvale e San José.
Para Austin Walterman, 25 anos, funcionário de uma empresa de vídeo games há uma razão para o crescimento de templos religiosos na região: sucesso e dinheiro não preenche o vazio da alma.
“Muita gente vem para cá e descobre que, apesar de estar ganhando mais dinheiro do que sabe gastar ou de ser promovido para uma posição mais alta do que jamais sonhou, não há nada realmente preenchendo suas almas.”
Entre as igrejas estabelecidas em San Francisco está a Epic Church, uma igreja que abriu suas portas em 2011 e que atrai quem trabalha nas empresas do Vale do Silício, principalmente os mais jovens. Hoje há cerca de 500 membros nessa congregação.
“Temos pessoas que viraram milionárias da noite para o dia com o lançamento em bolsa do Facebook e do Twitter e gente incrivelmente bem-sucedida. Elas sentem um forte desejo por algo a mais”, diz o pastor Ben Pilgreen.
Outra igreja em crescimento é a C3 Church (Christian City Church), localizada em Palo Alto. O slogan da denominação é “Você não é religioso? Nós também não” com o objetivo de atrair quem não se considera religioso.
O pastor Adam Smallcombe é australiano e se mudou para o Vale do Silício com o objetivo de fundar a igreja “não religiosa”, criando uma comunidade. “Em vez disso, acreditamos que a comunidade vem antes de Cristo”, afirma o pastor.
Na região encontramos também templos hindu, centro Zen de Chung Tai, uma igreja presbiteriana coreana e outras comunidades religiosas. “Nos últimos 30 anos, notamos uma diversidade de crenças cada vez maior. E, apesar de não ser algo visível, há mais presença religiosa por aqui”, afirma Philip Boo Riley, professor de Estudos Religiosos na Universidade de Santa Clara.
“O Vale do Silício pode ser um mundo autocentrado onde as pessoas se perdem tentando criar a nova grande tecnologia ou a nova grande empresa”, afirma Skip Vaccarello, autor do site Finding God in Silicon Valley (Encontrando Deus no Vale do Silício, em tradução literal).
O site reúne notícias e histórias de fé na região, Vaccarello diz que o perfil dos trabalhadores da região até então não era o de pessoas que vão à missa. “Seus deuses se tornaram coisas como dinheiro e sucesso.”
Porém uma reportagem da BBC afirma que a religiosidade tem feito com que a cultura do sucesso a qualquer preço perca um pouco de sua força.

Estado Islâmico liberta 22 cristãos assírios

Outros 187 reféns aguardam libertação, ONG tem negociado com os terroristas
O Observatório Assírio para os Direitos Humanos afirma que o Estado Islâmico libertou 22 cristãos que faziam parte do grupo de mais de 200 pessoas que foram sequestradas há seis meses.
A ONG afirma que dos libertados, 14 são mulheres e que há ainda 187 reféns cuja liberdade está sendo negociada com o grupo.
Os cristãos assírios sequestrados fazem parte da minoria cristã da região de Khabur, no nordeste da província de Hasakeh, localidade tomada pelos jihadistas.
“A libertação foi resultado de incansáveis esforços e negociação pela Igreja Assíria do Leste na cidade de Hasakeh”, diz o grupo de ativistas.
Rede Assíria para os Direitos Humanos, também comentou sobre esta libertação ressaltando que os reféns libertados eram de duas vilas em Khabur, Tal Shamiram e Tal Jazira.
Agora o Observatório tenta negociar a soltura dos demais reféns. “Há uma atmosfera positiva em torno da negociação”, disse o diretor Osama Edward à AFP.
Desde março de 2011 mais de 240 mil pessoas foram mortas na Síria quando se iniciaram os protestos contra o governo. Com o avanço do Estado Islâmico no país a situação se agravou e muitos cristãos foram expulsos de suas casas, quando não eram mortos ou levados como reféns. Com informaçõesG1

Fugir da Coreia do Norte está cada vez mais difícil

Relatório mostra que o número de desertores tem caído nos últimos anos
O Ministério da Unificação da Coreia do Sul divulgou um relatório no final de julho dizendo que o número de desertores da Coreia do Norte caiu ligeiramente no último ano.
Ao avaliar o documento, o analista da Portas Abertas, Daniel, esclareceu que a diminuição de desertores é resultado do regime opressor que aumentou o monitoramento na fronteira chinesa.
“Esses dados são tendenciosos. O número de desertores atingiu o pico em 2009 e, em seguida, diminuiu, estabilizando um pouco abaixo de 1.500 em 2014. A razão parece ser óbvia, é que o regime intensificou os esforços para monitorar a fronteira chinesa. Desertar se tornou muito mais perigoso e complicado”, disse ele.
Outra explicação para essa diminuição no número de desertores seria a situação econômica do país.  “Embora seja verdade que a oferta de alimentos esteja bem reduzida, e que há milhões de cidadãos subnutridos, a situação econômica parece estar melhorando levemente, dando aos desertores menos razão para fugir do país”.
Independente disso, a Coreia do Norte é ainda um país perigoso para os cristãos.  “Eles continuam a ser vistos como inimigos do Estado e o regime político continua com as restrições de sempre. Desde que Kim Jong Un chegou ao poder, o que temos testemunhado são sofrimentos contínuos”, afirma Daniel.

Sucesso faz Record esticar “Os Dez Mandamentos” em 20 capítulos

A trama encerraria em outubro e agora só terá fim no mês de novembro
A novela “Os Dez Mandamentos” vai ganhar 20 capítulos a mais, segundo informações do jornalista Flávio Ricco.
O aumento do folhetim fará com que a novela bíblica termine em novembro, não mais em outubro como estava previsto pela Rede Record.
O jornalista afirma que a equipe já confirma a informação e que no total serão 170 capítulos, não mais 150.
A decisão da emissora de Edir Macedo tem ligações com o sucesso de audiência que “Os Dez Mandamentos” manteve desde sua estreia. A média de pontos do ibope é de 14, um verdadeiro recorde.
A novela conta a história de Moisés, desde seu nascimento até a fase adulta. Escrita por Vivian de Oliveira, a trama bíblica deu um resultado tão positivo que a Rede Record já planeja a continuação da novela para 2016 com o lançamento de “Josué”.
A novela que irá substituir “Os Dez Mandamentos” na Record será “Escrava Mãe”, produção que relembrará os tempos de escravidão no Brasil.

04 agosto, 2015

EX-MUÇULMANO CONVERTIDO FALA DE SUA FÉ E ACABA DECAPITADO

O mundo assiste impassível as atrocidades do Estado Islâmico há cerca de quatro anos. Entre as imagens mais recentes divulgadas como “alerta” pelos extremistas muçulmanos estão as do corpo de Ihsan Ahmad As Saker.

Sua terrível execução pública ocorreu na cidade síria de Deir ez-Zor. As imagens foram divulgadas pelos milicianos para servir de exemplo para quem abandona o Islã.
No início deste mês, o califa Abu Bakr al-Baghdadi proibiu que os vídeos de execução dos seus combatentes fossem divulgados, pois estava “preocupado com a imagem do grupo”.
Muitas agências de notícia também comunicaram que não iriam mais mostrar imagens da crueldade dos jihadistas para não “incentivar” seus seguidores.

As imagens reveladas esta semana são fotografias postadas em redes sociais de pessoas associadas ao EI. Elas mostram um homem de olhos vendados ajoelhado no meio de uma rua. Depois, destacam o momento em que ele recebeu o golpe mortal e finalmente, de seu corpo decapitado. Se isso não fosse suficiente, os terroristas decidiram crucificar o corpo com a cabeça pendurada logo acima.
Ao redor do corpo, um cartaz deixava claro o motivo de tamanha barbárie. Ishan cometera o mais terrível dos pecados: a ‘ridda’, ou deserção do Islã. Ele se convertera a Jesus e dizia que o Islamismo é uma falsa religião. Por ter tentado alertar os outros moradores da região, foi preso e condenado à morte.

A mensagem explicava que essa era a consequência de quem fazia tamanha “blasfêmia contra Deus”. Na verdade, decapitando e crucificação são punições prescritas no Alcorão para qualquer um que “luta contra” Alá e seu profeta Maomé.

A crucificação de cristãos é uma prática antiga dos muçulmanos, mas haviam sido esquecidas virtualmente desde o século 16, sendo retomada pelo Estado Islâmico. Com informações de Daily Mail

Silvio Santos diz que é da tribo de Levi em visita ao Templo de Salomão

A visita do dono do SBT ao templo foi destaque na programação de domingo da Rede Record
O apresentador Silvio Santos é judeu e afirmou durante sua visita ao Templo de Salomão que é descendente da tribo de Levi. A declaração foi exibida na reportagem do Domingo Espetacular do último domingo (2).
“Sou Abravanel, quer dizer, sou da tribo de Levi. Pelo menos os rabinos sempre me disseram isso. Se eles me tapearam, tudo bem. Pode ser que quiseram ser agradáveis e disseram que eu era da tribo de Levi, que eram os mais importantes”, disse o dono do SBT.
A visita de Silvio Santos ao Templo de Salomão era aguardada desde a inauguração da megaigreja, isso em julho de 2014, mas o empresário esperou para que pudesse conhecer o local com tranquilidade.
“Eu não quis vir, tinha muita gente e eu gosto muito de tranquilidade”, disse ele que estava acompanhado de sua esposa, Iris Abravanel. “A minha mulher já veio duas vezes, mas eu tinha vontade de conhecer. Sem dúvidas eu viria de qualquer forma, mesmo se ele não me convidasse”.
O bispo Edir Macedo e sua esposa, Ester Bezerra, estiveram acompanhando o casal Abravanel nessa visita ao Templo de Salomão. Juntos, eles conheceram todas as áreas e escutaram a explicação do guia sobre a história de Israel e dos hebreus.
Silvio Santos voltou a elogiar o trabalho de Macedo e da Igreja Universal do Reino de Deus citando que já acompanhou algumas pregações do líder religioso.
“Uma das frases que eu ouvi suas e que ficou marcante para mim é: ‘Você vai ao médico, ele diz que você está com câncer, te manda fazer todos os exames, e você faz os exames. Ele te diz que você vai morrer, mas isso não pode ser uma total verdade. Porque o médico não é maior do que Deus'”, relembra Silvio.
O dono do SBT também comenta sobre a pregação dos pastores evangélicos: “Eu acho que a pregação dos pastores e a Bíblia saindo da teoria e sendo colocada em prática é a melhor mensagem que Deus pode dar a todos nós que estamos vivendo aqui no planeta”.
Edir Macedo concordou com Silvio. “Você falou tudo”. A reportagem mostrou que mesmo sendo donos de emissoras concorrentes, os dois empresários possuem um relacionamento de respeito.
“Todos deveríamos nos unir para que nós pudéssemos alcançar melhores resultados. Seria muito melhor do que um ficar digladiando contra o outro. Besteira isso”, disse o dono do SBT ao esclarecer o bom relacionamento entre ele e o dono da Rede Record.
Assista:

Saiba quais são os dez piores países para ser cristão

Pesquisa do Pew Center e o relatório anual do Portas Abertas mostram a mesma sequência de nações que perseguem cristãos
O instituto de pesquisas Pew Center divulgou um relatório com os dez países onde ser cristão representa perigo. A onda de violência e perseguição contra os seguidores de Cristo tem aumentado em todo o mundo, mas há nações onde a pressão é ainda mais forte.
O documento do Pew Center bate com o relatório Classificação da Perseguição Religiosa do Ministério Portas Abertas, que vem analisando a situação dos cristãos em todo o mundo e prestando auxilio à Igreja Perseguida.
Segundo os dois relatórios o país mais perigoso para os cristãos é a Coreia do Norte, nação que lidera a lista do Portas Abertas há 13 anos. Nesse país, liderado por um governo autoritário, as religiões são proibidas e quem descumpre essa regra é torturado e executado.
Em segundo lugar está a Somália, país africano cujo governo está ligado ao islamismo, sendo assim qualquer um que professar uma religião diferente corre o risco de morte. No país impera o Al Shabab, grupo terrorista que tem imposto a sharia e cujo objetivo é “livrar” a Somália de todos os cristãos.
O terceiro país que mais persegue cristãos é o Iraque e em quarto está a Síria. Os resultados foram potencializados com a chegada do grupo Estado Islâmico que tem dificultado ainda mais a vida dos cristãos que já sofriam nesses países antes dos jihadistas iniciarem o califado em diversos pontos, forçando os seguidores de Cristo a deixarem suas casas para não serem mortos.
Em quinto lugar aparece o Afeganistão, onde a minoria cristã sofre perseguição e risco de morte pela pressão da maioria muçulmana. Rejeição familiar, prisões e até mesmo execuções são alguns dos castigos aos cristãos.
O Sudão é o sexto país com maior perseguição religiosa, as autoridades sudanesas desejam exterminar o cristianismo do país e usam a força para alcançar esse objetivo. Quem aceita a Cristo e deixa de seguir o Islã é punido com morte por conta da lei da blasfêmia que é usada para justificar a prisão e a execução de cristãos.
No Irã, sétimo país do ranking de perseguição religiosa, a situação é bem parecida com os demais países do Oriente Médio onde o Islã e suas leis rígidas levam a minoria religiosa a sofrer prisão, torturas e condenações de morte.
Em oitavo lugar está o Paquistão, ali o Islã é a religião da maioria da população. Quem se torna cristão passa ser tratado como cidadão de segunda classe, frequentemente as mulheres e crianças são abusadas sexualmente, fora as perseguições e torturas por conta da lei da blasfêmia.
Em nono lugar temo a Eritreia, outro país africano que considera os cristãos como uma ameaça. Governo pela Frente Popular pela Democracia e Justiça, a nação aprisiona os cristãos em contêineres e aplicam os piores castigos para os seguidores de Cristo, mesmo sendo um país onde metade da população é cristã e a outra metade é muçulmana.
Em décimo lugar temos a Nigéria, país também africano onde os terroristas do Boko Haram têm dizimado os cristãos através de sequestros, torturas e execuções. Assim como na Eritreia, na Nigéria os cristãos são quase metade da população. Com informações Veja

Hillsong esclarece que casal gay deixou direção do coro ao assumir noivado

Líder da denominação, pastor Brian Houston emite nota oficial
Nos últimos dois dias, vários sites em inglês e espanhol divulgaram a notícia que um homossexual liderava o louvor da igreja Hillsong New York, sendo diretor do coro. Ele tem um relacionamento gay público e declarou à revista Playbill que a igreja os aceitava numa posição de liderança.
Obviamente a notícia gerou grande polêmica no meio evangélico. O portal Gospel Prime foi um dos sites a divulgar as informações em português.
Nesta terça (4) o site da igreja-sede da Hillsong, na Austrália, publicou uma nota oficial (link) sobre o assunto, assinada pelo pastor sênior Brian Houston.
Houston afirmou que a posição da igreja sobre a homossexualidade não mudou e que é consistente com a Bíblia. Também confirmou que um dos líderes do coro fez uma declaração pública assumindo um relacionamento gay com um homem que também cantava no coro.  Mas afirma que isso foi “uma completa surpresa” para a igreja.
Esclareceu que o casal não exerce mais, “segundo seu conhecimento”, nenhuma posição de liderança ou ministério desde então.
Antes do pastor Houston se manifestar, o perfil do Instagram do cantor Joel Houston, líder do ministério de louvor em Nova York, foi questionado por seguidores a respeito da notícia e ele respondeu dizendo que tinha ideia do que estava sendo comentado pelos portais de notícia, mas que acredita que viver o Evangelho é amar a todos independente do seu pecado.
“Eu sou pastor da igreja e não tenho ideia do que você está falando […]. Veja os outros com a mesma graça que Deus vê você e ame a todos independentemente do seu pecado. Este é o evangelho”.
Como cristãos nossa posição é pautada pelas Escrituras. A possibilidade de uma igreja nos Estados Unidos ter homossexuais na liderança não causa estranheza, pois existem vários casos conhecidos. Obviamente, isso não desqualificaria o trabalho de denominação como um todo, especialmente no seu conhecido ministério de louvor.  Acreditamos, contudo, que seria importante que o pastor Houston fosse mais específico sobre a postura da igreja.
“Desejo corrigir relatos de que a igreja Hillsong tem “um casal gay dirigindo um coro” em nosso campus de New York City. A posição da Hillsong sobre a homossexualidade e o casamento gay não mudou, e é consistente com as Escrituras. Como já afirmei anteriormente, acredito que os escritos de Paulo são claros sobre este assunto. Vários meses atrás, quando um de nossos diretores do coro fez uma declaração pública inesperada sobre seu noivado com um homem que, por vezes, cantava no coro, foi uma completa surpresa para nós também. Não tenho conhecimento que eles tenham se envolvido ativamente em uma liderança ou ministério desde então. Dito isso, nós ainda os amamos e reconhecemos que eles – como todos nós – estão em uma jornada, e nosso papel como uma igreja é ajudá-los neste caminho com graça e compaixão”.

Evangélicos se unem em ação educativa em estradas do MA

A ideia é incentivar os motoristas a serem prudentes e assim diminuir acidentes
Motoristas que passaram por Campo de Periz, na região metropolitana de São Luís (MA) foram abordados por cerca de 200 voluntários que realizaram uma ação educativa neste sábado (1º) visando mais segurança nas estradas.
O grupo foi formado por membros de igrejas evangélicas que estão preocupados com a segurança no trânsito maranhense. O coordenador da ação, Ciro Nolasco, enfatiza a importância de conscientizar as pessoas sobre a segurança do trânsito.
“Nesta ação vamos clamar pela segurança nas nossas rodovias”, disse ele à TV Mirante, retransmissora da Globo na região.
O aumento do número de acidentes no Maranhão é preocupante, foram 196,8% a mais de acidentes entre 2001 e 2011, segundo dados do Ministério da Saúde.