22 abril, 2015

O QUE REALMENTE A BÍBLIA DIZ SOBRE HOMOSEXUALISMO?

Por Wesley Moreira  

A Bíblia diz que o homosexualismo é pecado e todo homosexual já está condenado ao inferno. O homosexual peca em sua conduta imoral e por sua idolatria. 

O deus que ama e não condena é um ídolo criado pelo liberalismo teológico. O Deus verdeiro julga, condena, e pune o pecador. O amor de Deus se manifesta na oportunidade única de salvação através da graça pelo arrependimento, que é o abandono do pecado, e na fé que Jesus pagou nossos pecados na cruz. 

Deus não nos aceita como somos, mas nos transforma para sermos aceitos. Assim Deus amou o mundo dando ao mundo uma oportunidade de pela graça sermos libertos do pecado. 

É mentira que todos somos filhos de Deus – A Bíblia diz que Adão foi criado, não gerado, portanto somos criaturas e não filhos. Pelo arrependimento, recebemos poder para sermos filhos e santos (João 1:12) "Sêde santos, como é santo vosso Pai celestial", exige a palavra. (Mateus 5:48; Levítico 11:44; 1Pedro 1:15) 

É mentira que Deus odeia o pecado e ama o pecador – A Bíblia diz que os pecadores são inimigos de Deus e filhos da Ira de Deus.

É mentira que todos serão salvos.
“E se o justo dificilmente se salva, onde comparecerá o ímpio pecador?” (Romanos 5 :10; Efésios 2:3 ;1 Pedro 4:18)
"Qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." (Tiago 4:4) O eficaz evangelista Charles Finney escreveu "Deus não está zangado apenas contra o pecado, mas contra o próprio pecador. Algumas pessoas têm trabalhado duro para criar essa separação ridícula e absurda, entre pecado e pecador querem fazer parecer que Deus está irado com o pecado, mas não com os pecadores. Ele odeia o roubo, mas ama o ladrão. Ele abomina o adultério, mas está satisfeito com o adúltero. Isso é um absurdo supremo. O pecado não existe para além do pecador. O ato nada é sem seu autor. O que Deus odeia e desaprova não é o mero evento em distinção do executor; mas é o próprio pecador que é um agente racional e moral, que rebelou-se contra o seu próprio Deus e Pai, e contra tudo o que é certo e justo no universo. Como Adão que ofendeu a Deus, o próprio pecador é o objeto direto e único da sua ira." 
"Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira." (Efésios 2:3)
Jesus disse que estreita é a porta e apertado é o caminho o caminho que leva à vida e são poucos que a encontram. Aquele que livrou a mulher das pedradas advertiu a ela que não pecasse mais. As pessoas que não herdam o Reino são aquelas que não aceitaram o amor de Deus para se arrependerem.

O amor de Deus busca elevar o homem ao nível de Deus, mas não rebaixa a Deus ao nível do homem. Deus veio até o limite possivel a um Deus Santo, encarnando-se em Jesus. Até alí somente e sem pecado. O homem que se arrepende de seus pecados, recebe graça para se encontrar com Deus, em Jesus, ali no limite que Deus pôde descer, e assim receber remissão de seus pecados para com Ele voltar ao céu arrependido e purificado. Deus não negocia sua Santidade, quem quiser ser salvo que se aparte do pecado.

O amor de Deus se manifesta na oportunidade de salvação à um mundo de antemão condenado, e essa salvação ocorre somente nos termos de Deus, nunca nos termos do homem.

"Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida." (Romanos 5:10)
Há quem pense ser algo grave o julgar ao próximo, grave mesmo é julgar a Deus.

Pela Bíblia, acredito que o adultério é um pecado, mas ninguém me acusa de Cholerofobia. Pela Bíblia estou certo de que roubar é um pecado, me tornei um Scelerofobico por isso? Pela palavra de Deus sei que o assassinato é um pecado, sou um Foniasofobicos por isso? Homofóbia é um termo ilógico e injusto usado pelo "movimento gayzista" afim de desacreditar seus opositores, censurando-os, aparte da veracidade de seus argumentos. É um mecanismo para vencer o debate sem ter realmente que debater ideias.


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Do Púlpito Cristão

PORQUE A IGREJA BRASILEIRA IGNORA O GENOCÍDIO DE CRISTÃOS NO ORIENTE MÉDIO?

Por Raquel Elana

Por que uma igreja que movimenta mais de 15 bilhões de reais por ano em produtos Gospel e que demonstra poder midiático e político suficientes para provocar mudanças “sociais” quando há interesse, simplesmente ignora o genocídio de cristãos e minorias que estão acontecendo neste momento no Oriente Médio?

De riqueza milenar e histórica, o Oriente Médio é considerado sagrado para as 3 maiores religiões monoteístas do mundo. Para os que procuram entender as Escrituras de forma prática, a importância desta região é ainda maior, pois aponta para acontecimentos futuros e novos modelos de mundo.

É aliás, por esta “nova ordem mundial” que a fachada da luta contra o terrorismo tem funcionado bem. Hoje as riquezas petrolíferas de nações como Iraque e Líbia estão nas mãos da elite mundial. Nestes países a ação dos aliados foi rápida, certeira e destruidora. Entretanto, quando se trata de países onde a riqueza é a localização estratégica (no caso da Síria), deixar que civis sejam sacrificados e exterminados, parece bem cômodo.
Um dia, um pai sírio me perguntou:

- Rahil (Raquel) por que o mundo não faz nada para parar isto?

Como pessoas de consciência não se importam conosco?

Este senhor havia atravessado a fronteira, escapado a pé com sua família e sobrevivido as crueldades do deserto. Sua casa não mais existia. Além do bombardeio, tinha testemunhado a morte de crianças e mulheres de forma maligna. Enquanto falava comigo, podia sentir sua indignação. Mas sua indignação também era a minha. Eu, no entanto, já sabia a resposta.

Como missionária no Oriente, tenho me assustado (ou talvez nada mais me assuste) com a indiferença que grandes ministérios demonstram com a causa entre as nações e da perseguição histórica contra cristãos. Falo dos grandes “ministérios” porque são estes que tem o poder de influenciar, mas que a cada dia demonstram ganância, alienação e arrogância que só afastam o povo do verdadeiro sentido do Evangelho.

Eternas campanhas “proféticas”, guerras midiáticas pela moral da família, vendas de amuletos e muita extorsão financeira é o que recheiam as programações evangélicas. Falta Palavra, falta Evangelho, falta doação, falta compaixão…

A verdade é que não pode existir uma comunidade saudável ou uma igreja saudável sem que haja doação e sacrifício pelos que estão perto e pelos que estão longe. Entretanto, falar da atuação missionária para uma Igreja doente é perder tempo.

A verdade é que há muito marketing até mesmo entre os chamados ministérios missionários. Postar fotos, ter um dia de oração ou menções em shows (quase não existem) não são suficientes para provocar uma reação compatível com a força da igreja brasileira pelo Oriente Médio. Digo pelo Oriente porque nossa missão não é somente pelos Cristãos perseguidos, mas pelos muçulmanos e todos que estão padecendo.

Um tempo de vergonha

Vergonha e tristeza é o que eu sinto ao lembrar do descaso que nossa igreja demonstra à Missão e aos missionários. Países onde a igreja é menor, chegam a enviar 100% a mais de missionários e contribuições pelo mundo.

O pior é que este quadro não deve mudar, a menos que haja uma conversão no coração destes que se apostataram e se venderam a Mamon (e o fizeram em Nome de Deus).

Mas você enquanto lê este artigo pode fazer a sua parte! Comece orando e pedindo a Deus como se envolver na salvação das nações!

Que o Senhor tenha misericórdia dos povos do Oriente e salve muitos. Que os missionários sejam encorajados e fortalecidos pois nossa esperança está posta em Deus.

Novo vídeo do Estado Islâmico mostra execuções de cristãos

Grupo terrorista se dirige novamente ao "Povo da Cruz" No último domingo (19), o Estado Islâmico voltou a chocar o mundo com a divulgação de um novo vídeo, no qual 28 homens – possivelmente, cristãos etíopes – aparecem sendo executados pelos militantes do grupo terrorista, em uma praia da Líbia.
As imagens e falas do grupo terrorista nestas novas imagens apresentadas em 29 minutos levam a uma inevitável referência ao vídeo já publicado anteriormente, também pelo Estado Islâmico, no qual 21 cristãos coptas foram executados.
Semelhanças como o local da execução (à beira da praia), o posicionamento dos homens a serem executados (enfileirados e de joelhos) são adicionais ao fator que provavelmente seja o que chama mais a atenção de quem assiste ao vídeo – especialmente os cristãos: o vídeo foi novamente direcionado ao grupo que o EI chamou inicialmente de “Povo da Cruz”.
“À nação da cruz: estamos de volta […]. O sangue islâmico derramado por mãos da sua religião não é barato. De fato, o sangue deles era o mais puro”, diz um dos militantes que se coloca como o ‘porta voz’ da organização terrorista, que ainda destacou que as execuções daqueles cristãos representam a vingança em nomes destes muçulmanos, citados anteriormente.
Assim como no vídeo da execução de 21 cristãos coptas, publicado em fevereiro deste ano, estas novas imagens contam com uma edição que impressiona por sua qualidade e daria um ar “cinematográfico” a mais esta produção, não fosse pelo fato de o grupo deixar claro que a veracidade daquelas cenas é indiscutível.
Aliar tanta produção a um vídeo no qual pessoas estão, de fato, sendo executadas traz à tona a certeza de que o Estado Islâmico chega a sentir orgulho e até prazer por estas execuções, a ponto de apresenta-las como uma propaganda de seus ‘serviços’ prestados em nome da divulgação do islamismo pelo mundo.
Com 29 minutos de gravação, o vídeo mostra pelos menos 16 homens sendo decapitados em uma praia e outros 12 sendo baleados em um deserto. Todos foram identificados pelo militante como membros da “Igreja etíope inimiga”.

Falta de energia

Este novo vídeo divulgado pelo Estado Islâmico volta a evidenciar também, uma indiferença diante do terrorismo e da perseguição religiosa sofrida pelos cristãos em diversos países.
O próprio governo brasileiro, por exemplo ainda não se posicionou de maneira clara contra atos brutais como os que o Estado Islâmico vem cometendo até então e também não tem uma legislação que prevê estratégias de combate ao terrorismo.
O fato já foi por diversas vezes criticado pelo deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), que caracterizou o posicionamento do Governo Federal diante do terrorismo como um exemplo de “falta de energia”.
“Me desespero diante da falta de energia do Brasil em condenar o terrorismo”, afirmou o parlamentar em entrevista, anteriormente. Roberto de Lucena é autor do Projeto de Lei 2443/11, que visa estabelecer critérios precisos para que o Governo Federal combata o terrorismo.
O parlamentar também finalizou recentemente, uma campanha de “40 Dias de Oração pela Igreja Perseguida”, que repercutiu fortemente nas mídias sociais e ganhou a adesão de cristãos em todo o país.
Após a campanha, uma página foi criada no Facebook, com o nome “Eu Sou o Povo da Cruz“. A proposta da fanpage é informar aos internautas sobre a situação da Igreja Perseguida em todo o mundo e estimular a mobilização em favor desta causa cresça cada vez mais.

Não foi um debate democrático, diz Malafaia sobre “Na Moral”. Wyllys não foi

As duas personalidades foram convidadas para gravarem o programa Na Moral
O pastor Silas Malafaia compareceu na TV Globo no último sábado (18) para participar do programa “Na Moral” onde debateria sobre os limites morais da TV com o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).
Assim que chegou na emissora carioca o pastor comentou a ausência do ex-BBB. “Daqui a pouco estarei gravando o programa Na Moral. Jean Wyllys não veio. Que pena. Deve ter tido um motivo muito forte!”, escreveu Malafaia no Twitter.
A princípio os participantes foram chamados para debater o conceito de família, tendo o Estatuto da Família – proposta polêmica que corre em Brasília – como tema principal.
Quem participou do debate junto com o pastor assembleiano foram Jô Soares, Silvio de Abreu e a desembargadora Maria Berenice Dias. Malafaia não concordou com os entrevistados, pois ele ficou sozinho debatendo em favor da família.
“O coro comeu”, disse o pastor que afirmou que chegou a questionar a parcialidade do apresentador Pedro Bial. Segundo o religioso, a produção do programa deveria ter organizado um debate democrático colocando o mesmo número de pessoas que sejam contra ou a favor ao tema.
“Eu estou preocupado com a edição. Eu espero que essa edição que vai ser feita não venha aqui de maneira tendenciosa”, disse. Os assessores do pastor gravaram o áudio do debate que teve quase duas horas de duração.
O programa será exibido na sexta-feira (24) por volta da 1h.

Jean Wyllys estava em viagem parlamentar

O deputado não compareceu ao programa por estar na Alemanha. Jean Wyllys foi convidado pelo Fundo de População das Nações Unidas para participar da “Conferência Parlamentar Internacional” que aconteceu em Berlim.
Assista o comentário de Silas Malafaia:

Ladrão se arrepende de assalto, vai à igreja confessar crime e acaba preso

Um policial de folga estava no templo e acionou o 190 para que o criminoso se entregasse
Um fato inusitado aconteceu na cidade de Rio Preto (SP). Um policial de folga estava em uma igreja quando um homem entrou pedindo orientação. Ele relatou que tinha acabado de praticar um assalto e que estava arrependido.
O PM ouviu a queixa e se prontificou a ligar para o 190 acionando a polícia. Um policial de sobrenome Jesus foi até a igreja encontrar o homem de 34 anos e o levou preso.
De acordo com reportagem da TV TEM, o assalto aconteceu na cidade de Monte Aprazível, um município do interior de São Paulo com cerca de 20 mil habitantes. O local assaltado foi uma Lotérica do Centro da cidade onde dois criminosos conseguiram roubar R$ 10 mil após cercar uma das atendentes.
Após o crime os dois homens pegaram um táxi e foram para Rio Preto, o taxista desconfiou dos passageiros e ligou para a polícia. O assalta de 21 anos, comparsa do rapaz que entrou na igreja, também foi preso. Eles ficarão na cadeia até serem julgados.

Travesti que arrancou orelha de carcereiro diz que estava “possuída pelo demônio”

Ela negou que tenha sido torturada por policiais
As fotos da travesti Verônica Bolina, 25 anos, com o rosto desfigurado após uma briga na delegacia impressionaram os internautas na última semana. O caso chegou a ser tratado como violência policial, mas a detenta resolveu assumir a culpa na briga com os seus colegas de cela e com o carcereiro que tentou ajudá-la.
“Eu estava possuída pelo demônio”, disse Bolina que foi detida após ser acusada de tentar matar uma vizinha de 73 anos. Ela foi presa na carceragem do 2º DP no Centro de São Paulo no dia 10 e dois dias depois arrumou briga com os outros detentos.
Segundo a polícia, a travesti se masturbou no local e os presos começaram a agredi-la. Um carcereiro entrou na cela sozinho para defendê-la dos demais e também foi atacado por Bolina que mordeu e arrancou a orelha dele.
O delegado Luiz Roberto Hellmeister explicou que os ferimentos no rosto de Bolina não foram causados pelos policiais. “Quem lesionou a cara dele no soco foi a vítima [carcereiro] que perdeu a orelha. Não foi porque era travesti”, explicou.
Muitos órgãos liderados pelos grupos LGBT tentaram tratar o caso como preconceito, mas a própria travesti negou que foi torturada e deu depoimento para a coordenadora estadual de Políticas para Diversidade Sexual, Heloísa Alves, esclarecendo o caso.
“Eles tiveram que usar das leis deles. Eu só foi contida, não fui torturada”, afirmou Bolina. Seu depoimento foi criticado pelos militantes LGBT. Com informações Folha de SP

“Babilônia” escarnece evangélicos com “família conservadora”

Novela de menor audiência da Globo promove a homossexualidade e faz crítica aberta aos evangélicos
Muito foi discutido no meio evangélico sobre o casal lésbico de “Babilônia”, novela que até este momento tem o menor índice de audiência de todas as tramas das 21 horas da Rede Globo. Porém, a novela é ainda mais imparcial e tem uma crítica direta aos costumes cristãos de uma forma bem agressiva, através de uma família conservadora que se diz cristã.
O personagem de Marcos Palmeira se chama Aderbal Pimenta, e apesar de defender os princípios cristãos, é corrupto, mentiroso e já teve até mesmo, encontro com garota de programa. O personagem ainda engravidou a própria empregada da casa e a mandou abortar, além de ter expulso o namorado da filha Laís (Luisa Arraes) da casa dele, somente pelo fato do rapaz ter dito que não tem religião.
No capítulo do dia 21 de abril, a personagem Teresa, de Fernanda Montenegro, estava sendo entrevistada por um programa de TV e defendendo o casamento homossexual, enquanto a família evangélica da trama, que é formada por personagens como Consuelo (Arlete Salles) e Laís, assistia e criticava a personagem.
Consuelo chamava Teresa de adjetivos como “mulher macho”, entre outras palavras agressivas, passando a imagem de que os evangélicos são intolerantes e preconceituosos.
A novela “Babilônia” tem se mostrado uma promoção aberta a homossexualidade e uma crítica direta aos evangélicos, sendo imparcial e desrespeitando a liberdade de expressão da crença cristã, com um claro desrespeito aos evangélicos, querendo discutir tolerância, porém, praticando a falta dela.

13 abril, 2015

7 CONTRADIÇÕES E MENTIRAS DO THALLES E SUA BÍBLIA

Por Pedro Pamplona
Acho que todo mundo já sabe do novo lançamento gospel no Brasil. A polêmica em torno da tal Bíblia do cantor Thalles Roberto já é grande pelas redes sociais, infelizmente. Digo infelizmente porque esse produto não deveria ser nem tema de discussão entre nós. Seríamos bem mais sensatos se todos recusassem esse tipo de coisa instantaneamente. Pena que não é assim. Muitos, milhares, gostam desse tipo de produto e discurso. Já que o cenário não é, nem de perto, o ideal, a polêmica se faz necessária pelo menos pra dizer que também existem milhares que não apoiam esse tipo de “auto promoção canonizada”. 

Talvez você ainda não tenha visto o vídeo em que Thalles divulga sua Bíblia, mas eu o encorajo a vê-lo (aqui). Sei que você tem a mente voltada para a palavra e não se deixará levar pelas contradições da fala do cantor. E se isso acontecer, leia o resto do texto abaixo. Rapidamente farei uma análise daquilo que foi dito. São dois minutos de contradições, mentiras e uma pitada de prepotência. Com vocês, Thalles Roberto:

1. Thalles começa de um jeito que me indigna. Ele justifica seu produto dizendo que “Jovem não lê Bíblia. Jovem gosta de música, de louvor, de pular. Jovem não tem consistência”. Eu sou jovem e não gosto nenhum pouco dessa caricatura preconceituosa e mentirosa da nossa juventude. Poderíamos lotar um show dele no maracanã só com jovens estudiosos da Bíblia. Mas ai é que está o problema (do Thalles): esses jovens não estão lá. Pelo menos não deveriam. Fica claro que o cantor está falando do seu próprio público. E eis ai uma das poucas verdades que ele disse. Ele poderia resolver esse problema com uma reforma no seu estilo e letras, não poderia? Mas isso o faria perder mercado, é melhor uma Bíblia com seu próprio nome, fotos e história.

2. Isso mesmo, nas primeiras páginas da Bíblia veremos a História, letras e fotos do Thalles. Ele que tanto fala na trindade parece não crer que a história e doutrinas das três pessoas divinas são suficientes para atrair o jovem. Eu já tinha visto grandes comentaristas colocarem seus nomes. Até mesmo cantoras, mas criar um “prefácio bíblico” com sua própria história e fotos é inédito pra mim, e absurdo. Eu usei “pitada de prepotência” no início do texto pra ser bonzinho.

3. Não satisfeito Thalles afirma que sua Bíblia é “estratégia de Deus” e foi dada pelo “Espírito Santo”. Vocês conseguem imaginar Deus planejando colocar antes da sua Palavra fotos e histórias de um cantor que declarar aos microfones letras contrárias a própria Palavra. É bem difícil pra mim crer que o Espírito que convence, consola e regenera planeje algo desse tipo para atrair os jovens. Arrependimento e mudança de vida e letra são estratégias do Espírito, já se divulgar com a Bíblia é do Thalles mesmo. Os versículos devem estar brotando na sua mente também. 

4. “Eu quero influenciar o jovem a ler a Bíblia, por isso coloquei meu nome aqui”. Mais uma pitada. Ou colherada. E de novo eu me pergunto: Que tal fazer isso com cantando as Escrituras? Que tal fazer isso estudando primeiro a Palavra e disseminando o que ela realmente ensina? É possível. É transformador. É correto. Só não tão rentável.

5. No vídeo que assisti Thalles afirmou que seu objetivo “não é vender Bíblia”. Ainda imaginei ele distribuindo essas Bíblias como os gideões e outros projetos fazem. Foi rápido, mas só imaginei. Não sou tão ingênuo assim. Se o objetivo não é vender era isso que ele deveria fazer. Dar junto com o ingresso do show talvez. Mas é claro que esse não é objetivo. E pra que fique claro, não há mal nenhum em vender Bíblia, mas mentir é feio e errado.

6. Falando em venda, vamos ao preço. A tal Bíblia custa 110 reais. Eu sei que existem Bíblias até mais caras, mas vamos pensar. O objetivo dito por Thalles é que mais jovens tenham acesso e leiam a Bíblia. Agora me digam, esse é um preço acessível ao jovem e adolescente? Thalles tem um grande público entre as classes mais baixas, esse é um preço acessível para esse público? Um preço menor não seria uma estratégia para alcançar os jovem? Pois é… 

7. Pra finalizar fico com outra contradição do cantor, talvez a maior. Ele diz que “o diabo é contra a Palavra de Deus” num contexto onde está falando sobre seus críticos. Isso é realmente forte. Quem estaria contra a Palavra, quem canta e ensinas heresias ou quem critica esse produto do Thalles? Sabemos que também que uma das principais armas do diabo é usar a música para contaminar a igreja. Infelizmente isso tem acontecido no Brasil, e Thalles tem desempenhado um papel de contaminador de muitos jovens. Espero que isso mude.

Bem, esse blog não é um dos maiores do país, nem o nosso Facebook é como o do Thalles, mas espero que você leia e pense nessas coisas. Se você pensou em comprar essa Bíblia, invista seu dinheiro em outra melhor. Estamos realmente entristecidos pelos caminhos trilhados por essa fama, mas oramos pra que a situação mude de alguma forma. Thalles realmente poderia usar sua influência de um modo mais santo. 

Vamos ler a Bíblia! Vamos ler pelo nome de Deus Pai, Jesus Cristo e Espírito Santo! Eles são suficientes e bem mais atrativos que qualquer celebridade gospel!

PEC da redução da maioridade penal e o embasamento bíblico

Teólogos debatem se é certo ou não usar a Bíblia para justificar a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171/1993 versa sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, o assunto que divide a opinião da população brasileira está em pauta no Congresso.
O texto é de autoria do ex-deputado Benedito Domingos (PP-DF) que usa a Bíblia em alguns pontos para justificar que adolescentes sejam responsabilizados pelos crimes que cometerem.
Uma das citações bíblicas usadas pelo autor é Ezequiel 18.4. “A uma certa altura, no Velho Testamento, o profeta Ezequiel nos dá a perfeita dimensão do que seja a responsabilidade pessoal. Não se cogita sequer de idade: ‘A alma que pecar, essa morrerá’ (Ez. 18). A partir da capacidade de cometer o erro, de violar a lei surge a implicação: pode também receber a admoestação proporcional ao delito – o castigo”, diz trecho da PEC.
A história de Davi também é usada para justificar a importância de penalizar menores infratores.
“Ainda referindo-se a informações bíblicas, Davi, jovem, modesto pastor de ovelhas, acusa um potencial admirável com o seu estro de poeta e cantor dedilhando a sua harpa mas, ao mesmo tempo, responsável suficientemente para atacar o inimigo do seu rebanho. Quando o povo de Deus estava sendo insultado pelo gigante Golias, comparou-o ao urso e ao leão que mata com suas mãos”, afirma o texto.
A terceira citação bíblica fala sobre Salomão. “Salomão, do alto de sua sabedoria, dizia: ‘Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velha não se desviará dele'”.

Citações são contestadas por teólogos

As falas bíblicas presentes na PEC – que foi aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados na semana passada – foi criticada por teólogos religiosos e não-religiosos.
O professor da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Alex Vilas Boas, vê com preocupação esses trechos bíblicos soltos na proposta. “Esse é um assunto extremamente delicado e os trechos da Bíblia não deveriam ser a única justificativa para a aprovação dessa matéria”.
Vilas Boas, que é pós-doutor em Teologia diz também que o problema não é o autor ter usado a Bíblia para justificar a redução da maioridade penal, mas sim a forma como os textos são interpretados.
Outro professor da PUC-SP ouvido pelo UOL foi o padre Denilson Geraldo que também é contra o uso dos trechos bíblicos na PEC. “Quando se tira um texto do seu contexto, o que se cria, na realidade, é um pretexto. E isso é muito perigoso. Não acho que a Bíblia deveria ser utilizada dessa forma para justificar a redução da maioridade penal. Na época em que a Bíblia foi escrita, não havia o entendimento que temos hoje sobre a infância e a adolescência. Não podemos desconsiderar isso”.

Trechos bíblicos não alteram a importância da PEC

Apesar dessa discussão sobre o uso de frases da Bíblia, o deputado federal Marcos Rogério (PDT-RO), relator do voto que baseou a aprovação da admissibilidade da PEC na CCJ da Câmara, diz que o que vale mesmo não é o argumento religioso do texto, mas sim a redução da maioridade penal que é assunto urgente no país.
“A Bíblia me orienta, mas não acho que o que será discutido é a argumentação religiosa. O que será discutido é uma questão que vai além das crenças religiosas”, afirmou.
O pastor Ed René Kivitz, da Igreja Batista da Água Branca, escreveu um texto para o Brasil Post se colocando contra a redução da maioridade penal. “Sou contra a redução da maioridade penal porque não acredito que tal decisão implicará a redução da criminalidade e da violência em nosso País”, diz.
Para ele reduzir a maioridade penal para 16 anos não irá diminuir a violência no país. “Sou contra a redução da maioridade penal porque o sistema carcerário brasileiro e suas penitenciárias são sofisticadas e cruéis escolas de crimes.”
Mas ao contrário dele há outros evangélicos que concordam com boa parte dos brasileiros e lutam para que a PEC seja aprovada. Entre eles o senador Magno Malta que é um dos parlamentares mais envolvidos com essa causa.
Em recente entrevista para a TV Gazeta, o senador afirmou que proteger o errado não é certo. “Todos têm responsabilidade e este é o ponto fundamental na formação do caráter de uma criança. É lei universal, quem faz paga”, disse.
A proposta de Magno Malta é outra: “Meu projeto é criar centros esportivos de alto rendimento para crianças que cometem crimes classificados como hediondos e possam pagar pedagógica, educativa e sempre acompanhado da família. Espero que as autoridades possam refletir da necessidade da redução da maioridade penal e trazer tranquilidades para as famílias”.

“Miss bumbum evangélica” se converte e abandona carreira de modelo

Rebeka Francys agora trabalha em uma empresa e não quer mais expor seu corpo
A miss bumbum Rondônia 2014, Rebeka Francys,ficou conhecida o ano passado ao dizer que era evangélica. Melhor amiga de Andressa Urach, a modelo resolveu se firmar na igreja e até abandonou a carreira artística.
Em entrevista ao EGO Rebeka afirmou que não quer mais ser reconhecida pelo título de miss bumbum e nem trabalhar mostrando seu corpo. “Esse título e isso tudo ficou no passado. Não quero mais ser chamada assim, de Miss Bumbum evangélica”.
A jovem explicou que cresceu em uma família evangélica, mas que se afastou da igreja e agora, depois da conversão de sua amiga, resolveu voltar. “Estou indo na igreja, agora não sou apenas mais um bumbum. Na verdade nunca fui, apenas concorri ao concurso”.
Para provar sua mudança de estilo de vida, Rebeka Francys apagou suas fotos de biquíni e começou a trabalhar na área administrativa. A forma como ela se veste também é outra. “Não quero mais me expor, trabalhar com a imagem do meu corpo. Quero um trabalho tranquilo e estar sempre vestida. Caí na real, sabe? Muitas coisas que eu estava fazendo desagradavam a Deus, envergonhavam minha família e, principalmente, não me deixavam em paz.”
Andressa Urach, que se converteu e agora frequenta a Igreja Universal do Reino de Deus, teve participação na decisão da amiga. “Me sinto um pouco responsável por ela ir por esse caminho. Eu me afastei do mundo e ela mora comigo. Se ela não estiver na minha fé, infelizmente terei que abrir mão da nossa amizade”, disse Urach que até vendeu suas roupas sensuais em um grande bazar.

Missionário é acusado de proselitismo por pregar para índios

Ele seria membro de uma entidade evangelística que foi expulsa da cidade pela Funai em 1991
O Ministério Público Federal de Santarém (PA) denunciou um missionário evangélico por estar pregando para índios da etnia zo’é no território da tribo. Segundo a denúncia, o religioso levou alguns índios para a fazenda de um amigo para que eles participassem de uma oração.
No processo há o nome do missionário, Luiz Carlos Ferreira, e do dono de um castanhal, Manoel Oliveira. A denúncia diz que os índios eram chamados para trabalhar no castanhal e ali eram evangelizados.
Oliveira empregava os índios na colheita de castanha, mas não oferecia um salário, dando panelas, roupas velhas, redes e outros utensílios como forma de pagamento.
Ferreira foi acusado de “proselitismo religioso”, um crime que violaria o direito à “manutenção de culturas próprias”. Pela denúncia do MPF, o fazendeiro mantinha 96 indígenas trabalhando em sua fazenda em condições análogas à escravidão.
“Havia um acordo do missionário com o castanheiro. Os índios eram trazidos para a colheita e viravam alvo fácil para o missionário”, diz o procurador Luís de Camões Boaventura.
O missionário seria um dissidente da Missão Novas Tribos do Brasil, entidade que foi expulsa pela Funai das terras dos zo’é em 1991. A Funai afirma que o grupo missionário tentava impor a cultura cristã para os índios e ainda diz que eles levaram doenças para os indígenas.
Após sair do grupo Missão Novas Tribos, Ferreira se filiou à Igreja Batista, porém o Ministério Público desconfia que ele continue como membro da missão que foi expulsa. A igreja Batista da cidade afirma que Ferreira se desligou do ministério há alguns anos.
A Funai sempre vistoria a região e em 2010 e 2012 encontrou membros da tribo trabalhando no castanhal, por isso eles desconfiam que o trabalho escravo e o evangelismo acontecem a muito tempo. O órgão condena a evangelização de índios por dizer que ela traz impactos negativos para as tribos.

Fazendeiro nega trabalho forçado

Procurado pela Folha de São Paulo, o fazendeiro Manoel Oliveira disse que não forçava os índios a trabalharem e que eles estavam lá por vontade própria. Ele também negou acordo com o missionário, dizendo que sua atuação religiosa não tem ligação com o trabalho na fazenda.

Globo fará debate entre Silas Malafaia e Jean Wyllys

Emissora quer debater temas ligados à família no programa Na Moral.
O apresentador Pedro Bial convidou o deputado federal Jean Wyllys, o apresentador Jô Soares e o pastor Silas Malafaia para participar de um debate na nova temporada do programa Na Moral, da Rede Globo. O programa debaterá temas ligados à família e será gravado no próximo dia 18.
Não é a primeira vez que Malafaia participa do programa. Em 2013 o pastor evangélico esteve no programa falando sobre assuntos polêmicos e a emissora registrou um recorde de audiência.
Pelo seu perfil polêmico sempre que aparece em um programa da TV aberta o pastor garante o sucesso da audiência. O líder evangélico já esteve no programa “De Frente com Gabi”, do SBT, que marcou recorde de audiência e no “Programa do Ratinho” que também foi sucesso.
O ex-BBB Jean Wyllys tornou-se um dos principais opositores aos projetos cristãos na Câmara dos Deputados. Em janeiro, ao comentar os crimes contra homossexuais, o parlamentar chegou a dizer que os agressores recitam trechos da Bíblia enquanto espancam e matam as vítimas.
Wyllys também é considerado por muitos como o deputado que mais trabalha para desconstruir a imagem tradicional da família e propôs, entre outros projetos, legalizar a prostituição no Brasil e obrigar os pais a consentir com a mudança de sexo em crianças pelo SUS.
Já o apresentador Jô Soares tem um perfil liberal e comanda um dos programas com maior audiência na emissora. Jô já entrevistou diversas personalidades evangélicas e recentemente atacou o pastor evangélico Marco Feliciano.

Estatuto da Família

O assunto que será tema do debate ganhou força com a apresentação de um projeto apresentado na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) que reconhece como família núcleos sociais formados a partir da união entre um homem e uma mulher.
Uma enquete promovida pelo site da Câmara dos Deputados atraiu mais de 5 milhões de internautas desde fevereiro de 2014 questionando se as pessoas concordam com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher.